Anúncio da vitória rolou neste domingo (01), nos Estados Unidos; dupla foi premiada pelo projeto ‘Caetano e Bethânia Ao Vivo’
Foto: Reprodução
Caetano Veloso e Maria Bethânia levaram o Grammy de Melhor Álbum de Música Global por “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, em pré-cerimônia que rolou neste domingo (01), nos Estados Unidos.
A dupla de irmãos concorria com outros cinco projetos, feitos por artistas do mundo inteiro: Siddhant Bhatia, por “Sounds Of Kumbha”; Burna Boy, “No Sign of Weakness”; Youssou N’Dour, por “Eclairer le monde - Light the World”; Shakti, por “Mind Explosion (50th Anniversary Tour Live)”; e Anoushka Shankar, Alam Khan & Sarathy Korwar, por “Chapter III: We Return To Light”.
Esse é o primeiro Grammy Awards de Maria Bethânia e o terceiro de Caetano Veloso. O cantor já havia ganhado o gramofone dourado de Melhor Álbum de Música Global por “Livro”, em 2000, e no ano seguinte, por “João Voz e Violão”.
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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Diário de Pernambuco, Folha de S.Paulo e Metrópoles | 1º de fevereiro de 2026
Família afirma que houve omissão e falhas durante procedimento no Hospital Esperança; perícia particular descreve alertas de apneia e queda de saturação; caso chegou ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe); hospital e defesas apresentam versões e contestam acusações.
Camila Wanderley Foto: Reprodução Instagram
O Estopim da Semana — o resumo que acende o que mais repercutiu.
O caso de Camila Vanderley, servidora pública e consultora de imagem e estilo que mora e trabalha em Arcoverde, voltou ao centro do debate em Pernambuco após reportagens apontarem que a família denuncia suposto erro médico e omissão em uma cirurgia realizada em Recife. A família afirma ter contratado perícia particular, acionado o Cremepe e preparar ação judicial. O hospital diz que prestou suporte, enquanto defesas das profissionais citadas contestam as acusações.
Relato do pai e do marido
Roberto Nogueira, pai de Camila Foto: Reprodução Diário de Pernambuco
Em entrevista, o pai de Camila, o juiz federal Roberto Nogueira, descreveu o quadro clínico e a rotina de cuidados: “Ela não fala, não anda, não vê. Respira sozinha, mas perdeu as partes cognitiva e locomotora. Quando eu fico com ela, a olho o tempo todo. É como se fosse um bebê de novo”.
O marido, o médico oftalmologista Paulo Menezes, também falou sobre o impacto emocional do caso: “Eu virei viúvo de uma esposa viva”.
Paulo Menezes, esposo de Camila Frame: Reprodução
O que apontam os registros e a perícia, segundo a reportagem
Conforme narrado em reportagem, registros de câmeras do hospital teriam mostrado Camila chegando andando à unidade por volta das 5h, acompanhada do marido, e a admissão ocorrendo às 5h24.
A mesma apuração atribui à perícia particular contratada pela família uma sequência de alertas registrados pelo monitor multiparamétrico durante o procedimento. O primeiro aviso de apneia teria ocorrido às 10h47, com indicação de “problema grave: desconexão, obstrução ou falha ventilatória”. O documento citado aponta novos episódios e quedas sucessivas da saturação, até a evolução para parada cardiorrespiratória, com acionamento da equipe de reanimação.
Declarações do médico que assina o documento
Em entrevista, o médico Leonardo Queiroga Marinho, apontado como responsável por assinar o documento, afirmou que o monitor mostra informações essenciais para acompanhamento instantâneo e que o equipamento registra os dados em cartão de memória, o que permitiria uma avaliação detalhada: “Todas as informações, como pressão e saturação, são mostradas no monitor para o médico acompanhar instantaneamente. Esse equipamento tem vários sensores, alarmes visuais e é primordial para procedimentos cirúrgicos”. Ele acrescentou que, com acesso ao equipamento e aos registros, seria possível analisar o quadro “segundo a segundo”.
Vídeos e repercussão nas redes
Frame divulgação Metrópoles
O caso teve novo impulso nas redes com a circulação de vídeos associados ao procedimento e com o depoimento do marido. Em um trecho repercutido, Paulo Menezes descreveu o que afirma ter visto em registros relacionados ao atendimento: “A anestesista ficou apertando o aparelho… com uma mão e a outra mão no celular”.
Ação judicial e posicionamentos
Segundo a reportagem, a família prepara ação judicial. O advogado Igor Cesar Rodrigues afirmou que a intenção é que “todos os crimes cometidos no decorrer desse procedimento desastroso sejam apurados”, além de buscar reparação por danos materiais.
Em nota, o hospital declarou que prestou “todo o suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência” e reafirmou compromisso com qualidade assistencial, ética, transparência e segurança dos pacientes.
Já a defesa da cirurgiã Clarissa Guedes afirmou que a atuação técnica no ato cirúrgico foi executada “com absoluta precisão” e sem falhas, sustentando que não há nexo de causalidade entre a conduta atribuída à cirurgiã e o dano neurológico relatado, além de apontar que o monitoramento é responsabilidade da anestesiologia. Outra defesa citada informou que não se manifestaria no momento.
Nota editorial
O caso envolve denúncia em apuração e versões conflitantes. O Estopim reforça o direito ao contraditório e à ampla defesa. O espaço permanece aberto para manifestações de todos os citados.
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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 30 de janeiro de 2026
Taxa de desocupação ficou em 5,1% no trimestre encerrado em dezembro e em 5,6% no ano; rendimento médio chegou a R$ 3.560.
Imagem: Reprodução
O Brasil registrou taxa de desocupação de 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor patamar da série histórica da Pnad Contínua. No consolidado de 2025, a taxa anual ficou em 5,6%, também a menor já registrada, com 103 milhões de pessoas ocupadas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE.
Ao longo de 2025, a pesquisa também apontou recorde no rendimento médio mensal, que atingiu R$ 3.560, alta de 5,7% na comparação com 2024. Outro destaque foi o número de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 38,9 milhões, o maior já registrado, com crescimento de cerca de 1 milhão em um ano.
Destaques do mercado de trabalho em 2025
Entre os principais contingentes do ano, o IBGE registrou:
Desocupados: 6,2 milhões, queda de cerca de 1 milhão (menos 14,5%) ante 2024
Empregados no setor privado sem carteira: 13,8 milhões, recuo de 0,8%
Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões, queda de 4,4%
Conta própria: 26,1 milhões, maior patamar da série
A taxa anual de informalidade passou de 39% em 2024 para 38,1% em 2025. A coordenação da pesquisa avaliou que o percentual segue relevante e reflete a estrutura do mercado de trabalho brasileiro.
Trajetória de queda após a pandemia
Na série recente, a taxa de desocupação chegou a 14,0% em 2021 e recuou para 9,6% em 2022, seguindo em queda até atingir 5,6% em 2025, conforme a Pnad Contínua.
Pnad e Caged
O IBGE explica que a Pnad Contínua investiga o mercado de trabalho a partir de 14 anos e considera diferentes formas de ocupação. Pelo critério da pesquisa, só é considerada desocupada a pessoa que procurou trabalho no período de referência.
A Pnad é divulgada após o Caged, indicador do Ministério do Trabalho e Emprego que acompanha apenas empregos formais. Segundo o Caged, dezembro teve saldo negativo de 618 mil vagas, mas o acumulado de 2025 ficou positivo em cerca de 1,28 milhão de postos com carteira assinada.
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