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Cultura



Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: G1 / PridePop análise de Felipe de Caldas | domingo (3) de maio de 2026


Apresentação teve participações de artistas brasileiros, movimentação milionária no Rio e críticas por atraso, playback e setlist.


Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação

O show de Shakira na Praia de Copacabana, no sábado (2), reuniu cerca de 2 milhões de pessoas, segundo a Riotur, e integrou a programação do projeto “Todo Mundo no Rio”. A expectativa de público e o impacto econômico reforçam a dimensão do evento, que deve movimentar aproximadamente R$ 800 milhões na economia do Rio de Janeiro.


Apesar da grande presença de público, a apresentação dividiu opiniões e foi alvo de críticas. Análise publicada pelo portal PridePop, assinada por Felipe de Caldas, aponta que o espetáculo ficou aquém da expectativa para um evento dessa magnitude.


Entre os principais pontos negativos, está o atraso de cerca de uma hora para o início do show, o que aumentou o desgaste do público que aguardava desde cedo na praia. A abertura também foi considerada sem impacto, com a escolha da música “La Fuerte”, pouco conhecida pelo grande público.


Outro destaque da crítica foi o uso excessivo de playback ao longo da apresentação. Em alguns momentos, segundo a análise, houve falhas de sincronização, evidenciando problemas na execução.


O setlist também recebeu avaliações negativas. A crítica aponta que faltou um repertório mais voltado aos grandes sucessos da carreira da artista. Canções marcantes, como “Estoy Aquí”, apareceram em versões reduzidas ou inseridas em medleys, o que frustrou parte do público.


Além disso, o show seguiu praticamente o mesmo formato da turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, com poucas adaptações para o contexto de um espetáculo gratuito e de grande escala em Copacabana.


Mesmo com participações de artistas brasileiros como Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo, a avaliação é de que o resultado final não acompanhou o nível de apresentações anteriores do projeto, como as de Madonna e Lady Gaga.


A análise conclui que, embora Shakira mantenha carisma e uma trajetória consolidada, faltou uma entrega à altura da grandiosidade do evento.


Confira as fotos no carrossel da publicação.




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Michael Andrade da redação de O estopim

Fonte: G1 | sábado (2) de maio de 2026


Shakira sobe ao palco em Copacabana, no Rio de Janeiro, na noite deste sábado (2), em show gratuito do projeto “Todo Mundo no Rio”.


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A apresentação está prevista para começar às 21h45 e marca o retorno da cantora colombiana ao Brasil com a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, adaptada para a orla carioca.


A estrutura montada para o show promete ser uma das maiores já vistas em Copacabana, com palco de mais de 1.300 m² e passarela avançando em direção ao público.


A base do repertório deve seguir a turnê atual, misturando músicas recentes e clássicos da carreira. Entre as faixas esperadas estão “La Fuerte”, “Te Felicito”, “TQG”, “Hips Don’t Lie”, “Chantaje”, “Monotonía”, “Ojos Así”, “Antología”, “Whenever, Wherever”, “Waka Waka” e “Loba”.


Confira o possível setlist:


La fuerte

GIRL LIKE ME

Las de la intuición / Estoy aquí

Empire / Inevitable

Te felicito

TQG

Don't Bother

Acróstico

Mermaid

Copa vacía / La bicicleta / La tortura

Hips Don't Lie

Chantaje

Monotonía

Soltera

Si te vas

Última

Ojos así

Pies descalzos, sueños blancos

¿Dónde estás corazón?

Antología

Día de enero

ALGO TÚ

Suerte (Whenever, Wherever)

Waka Waka (Esto es África)

Loba


Antes de Shakira, a programação contou com os DJs Vintage Culture e Maz. Após o show, Papatinho assume o palco, com participação de Melody.


Também há expectativa para uma participação de Anitta, que recentemente gravou com Shakira a música “Choka Choka”, presente no álbum “Equilibrivm”.




O show terá transmissão pela TV Globo, Multishow e Globoplay.


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Michael Andrade da redação de O estopim

Fonte: Blog Falando Francamente


A Mestra Severina Lopes venceu o Prêmio da Música Pernambucana na categoria Melhor Álbum de Cultura Popular.


 Foto: Divulgação
 Foto: Divulgação

A premiação veio com o álbum “Flor da Aurora”, lançado em janeiro de 2025. No palco, a artista foi representada pelo neto, Werner Lopes, que recebeu o prêmio em nome da avó.


O projeto contou com participações de Fernanda Luz, Mestre Alberone, Mestre Delegado, Orlando Melo, Felipe Moraes, Diogo Castro, Givaneide Gomes e Renata Cordeiro.


A direção artística é assinada por Amanda Lopes, e a produção musical por Bruno Moraes.


Na categoria, Mestra Severina concorreu com nomes como Driko, Islan, O Bacamarte e Poli.


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