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Economia

Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 3 de fevereiro de 2026


Banco Central atualizou o Mecanismo Especial de Devolução (MED) para rastrear o caminho do dinheiro e agilizar bloqueios e ressarcimentos.


Imagem: Reprodução
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As novas regras de segurança do Pix, definidas pelo Banco Central, entraram em vigor na segunda-feira (2) e têm como objetivo ampliar o combate a golpes, fraudes e casos de coerção, além de acelerar a recuperação de valores transferidos de forma indevida.


A principal mudança foi a atualização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a operar com a versão 2.0. O novo modelo busca tornar mais eficiente o acompanhamento do caminho do dinheiro, permitindo ações como bloqueio e devolução com maior alcance quando os valores são rapidamente movimentados entre contas, prática comum em crimes financeiros.


O que muda com as novas regras


Entre as alterações destacadas estão:


  • MED 2.0 obrigatório para bancos e instituições de pagamento participantes do Pix.

  • Rastreamento do dinheiro para além da conta que recebeu inicialmente, alcançando contas intermediárias.

  • Possibilidade de bloqueio de valores em contas relacionadas a denúncias de fraude, antes do fim da análise.

  • Autoatendimento nos aplicativos, com contestação mais simples para o usuário.


O Banco Central esclarece que o MED deve ser acionado em situações de fraude, suspeita de fraude, coerção ou erro operacional da instituição, e não se aplica a transferências feitas para destinatário errado por erro do usuário.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 30 de janeiro de 2026


Taxa de desocupação ficou em 5,1% no trimestre encerrado em dezembro e em 5,6% no ano; rendimento médio chegou a R$ 3.560.


Imagem: Reprodução
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O Brasil registrou taxa de desocupação de 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor patamar da série histórica da Pnad Contínua. No consolidado de 2025, a taxa anual ficou em 5,6%, também a menor já registrada, com 103 milhões de pessoas ocupadas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE.


Ao longo de 2025, a pesquisa também apontou recorde no rendimento médio mensal, que atingiu R$ 3.560, alta de 5,7% na comparação com 2024. Outro destaque foi o número de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 38,9 milhões, o maior já registrado, com crescimento de cerca de 1 milhão em um ano.



Destaques do mercado de trabalho em 2025



Entre os principais contingentes do ano, o IBGE registrou:


  • Desocupados: 6,2 milhões, queda de cerca de 1 milhão (menos 14,5%) ante 2024

  • Empregados no setor privado sem carteira: 13,8 milhões, recuo de 0,8%

  • Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões, queda de 4,4%

  • Conta própria: 26,1 milhões, maior patamar da série



A taxa anual de informalidade passou de 39% em 2024 para 38,1% em 2025. A coordenação da pesquisa avaliou que o percentual segue relevante e reflete a estrutura do mercado de trabalho brasileiro.



Trajetória de queda após a pandemia



Na série recente, a taxa de desocupação chegou a 14,0% em 2021 e recuou para 9,6% em 2022, seguindo em queda até atingir 5,6% em 2025, conforme a Pnad Contínua.



Pnad e Caged



O IBGE explica que a Pnad Contínua investiga o mercado de trabalho a partir de 14 anos e considera diferentes formas de ocupação. Pelo critério da pesquisa, só é considerada desocupada a pessoa que procurou trabalho no período de referência.


A Pnad é divulgada após o Caged, indicador do Ministério do Trabalho e Emprego que acompanha apenas empregos formais. Segundo o Caged, dezembro teve saldo negativo de 618 mil vagas, mas o acumulado de 2025 ficou positivo em cerca de 1,28 milhão de postos com carteira assinada.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim. | 30 de janeiro de 2026


Agência cita melhora das chuvas e recuperação de reservatórios; definição de março será anunciada em 27 de fevereiro


Imagem: Reprodução
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (30) a manutenção da bandeira tarifária verde em fevereiro. Com a decisão, não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica dos consumidores no próximo mês.


De acordo com a Aneel, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em comparação com a primeira quinzena, o que contribuiu para a recuperação do nível dos reservatórios nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. A agência afirmou que, com esse cenário, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras.


Pelo calendário divulgado, no dia 27 de fevereiro será definida a bandeira tarifária que vai vigorar em março.



Como funcionam as bandeiras tarifárias



Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. As condições de operação do sistema são reavaliadas mensalmente, com base em critérios técnicos e na estratégia de geração definida pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).


Quando a bandeira é verde, não há acréscimo na fatura. Nas bandeiras amarela e vermelha, há cobrança extra a cada 100 kWh consumidos. Os valores citados no modelo vigente são:


  • Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh

  • Bandeira vermelha patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh

  • Bandeira vermelha patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh



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