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Saúde


Por Michael Andrade, da redação de O estopim

Fonte: Agência de Rádio Conexão Notícias. | 29 de janeiro de 2026


Resolução publicada após determinação do STJ autoriza, entre outros pontos, produtos para uso bucal, sublingual e dermatológico e permite venda de canabidiol em farmácias de manipulação; normas têm validade inicial de seis meses.


Imagem: Reprodução
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (28), uma resolução com novas regras para a produção e o acesso a medicamentos à base de cannabis no Brasil. A medida amplia as formas de uso autorizadas e estabelece exigências para cultivo e fabricação voltados exclusivamente a fins medicinais e farmacológicos.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (28), uma resolução com novas regras para a produção de cannabis medicinal no Brasil.


Na prática, a decisão amplia as possibilidades de acesso de pacientes a medicamentos à base da substância e atende a uma determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que em novembro de 2024 estabeleceu a necessidade de regulamentar o plantio de cannabis exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos.


Com as novas regras, passa a ser permitida a comercialização de medicamentos à base de cannabis para uso bucal, sublingual e dermatológico. Até então, somente produtos de uso oral e inalatório podiam buscar registro para venda no país.


A resolução da Diretoria Colegiada também autoriza a venda de canabidiol (CBD) em farmácias de manipulação. Segundo o texto, as medidas entram em vigor na data de publicação e terão validade inicial de seis meses.


As normas restringem a produção de cannabis a pessoas jurídicas e exigem inspeção sanitária prévia. A regulamentação também abre caminho para que associações de pacientes possam produzir a substância sem fins lucrativos, em modelo de pequena escala, por meio de chamamento público, com o objetivo de avaliar a viabilidade fora do formato industrial.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim | 26 de janeiro de 2026


Caso foi relatado por coloproctologista nas redes; orientação é evitar objetos improvisados, buscar atendimento rápido em emergências e priorizar acessórios próprios, lubrificação e higiene com cautela.


Foto: Reprodução
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Um jovem de 19 anos precisou ser internado para retirar um desodorante que ficou preso no reto após uma “brincadeira” sexual. O caso, compartilhado pelo cirurgião coloproctologista Daniel Brosco, reacendeu o alerta de especialistas sobre os riscos de usar objetos não adequados na prática anal e a importância de medidas de segurança para evitar lesões e infecções graves.


Seja por curiosidade, para experimentar a própria sexualidade ou para apimentar a relação, há quem explore o prazer na região anal. Especialistas, no entanto, reforçam que a prática exige cuidados — principalmente em relação ao que é introduzido no corpo.


O alerta ganhou repercussão após o médico Daniel Brosco relatar, nas redes sociais, o atendimento a um paciente de 19 anos que precisou ser internado para retirar um desodorante preso no reto. De acordo com o especialista, a embalagem acabou “subindo” e não foi possível removê-la em casa.


Segundo o proctologista, episódios assim têm se tornado mais frequentes e podem ocorrer por causa dos movimentos peristálticos — contrações involuntárias do intestino — e também pelo efeito de “vácuo” em áreas como o reto, o que pode puxar objetos para dentro rapidamente. Por isso, a orientação é procurar atendimento hospitalar o quanto antes e evitar tentativas caseiras. O médico cita, por exemplo, que o uso de laxantes pode agravar a situação, já que aumenta as contrações do intestino.


Para quem deseja explorar a região anal de forma mais segura, especialistas recomendam o uso de sex toys apropriados, com anatomia e materiais próprios para reduzir risco de lesões. A dica central é escolher modelos com base de segurança (que impede que o objeto suba completamente) e, se possível, com alça ou cordão para facilitar a retirada em caso de sucção.


Outra recomendação é o uso de lubrificante, já que a região anal não possui lubrificação natural. Além de aumentar o conforto, o gel reduz atrito, diminui risco de dor e de lesões e ajuda a evitar pequenas fissuras, que podem facilitar a transmissão de infecções.


Sobre a higiene antes da relação, conhecida como “chuca”, médicos lembram que ela não é obrigatória e deve ser feita com cautela. Um dos principais riscos está em introduzir objetos inadequados para a limpeza, como a ducha do chuveiro, garrafas ou itens pontiagudos. Se a pessoa optar por fazer, a orientação é usar pouca água e sem pressão, evitando que o líquido alcance o reto, além de não repetir a prática com frequência para não prejudicar a flora intestinal.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim

Fonte: G1 | 22 de janeiro de 2026


Norma inclui amoxicilina, azitromicina e eritromicina; Anvisa já havia atualizado o SNGPC para registrar prescrições com Coren, e CFM critica medida


Imagem: Freepik
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O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou nesta quinta-feira (22) uma resolução que autoriza enfermeiros a prescrever antibióticos, atualizando formalmente a lista de medicamentos que podem ser indicados por esses profissionais.


Pelo texto, passam a constar entre os antibióticos amoxicilina, azitromicina e eritromicina. A regra permite que farmácias e drogarias aceitem receitas assinadas por enfermeiros contendo esses medicamentos, desde que sejam observados critérios clínicos, protocolos e diretrizes técnicas previstos na própria norma.



Relação com a Anvisa e o SNGPC



A publicação ocorre após mudanças no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), da Anvisa. Em setembro de 2025, a agência informou que os arquivos eletrônicos transmitidos ao sistema poderiam conter o número de registro do Coren quando a farmácia recebesse prescrição emitida por profissional de enfermagem — medida voltada ao monitoramento da escrituração. A Anvisa também enfatizou que não regula o exercício profissional, e que a atualização do SNGPC não altera atribuições das categorias de saúde.



Reação do CFM



O tema, no entanto, segue controverso. O Conselho Federal de Medicina (CFM) vem criticando a possibilidade de prescrição de antibióticos por enfermeiros e já cobrou providências e revisões sobre a questão em diferentes manifestações públicas.


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