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Por Michael Andrade, da redação de O Estopim – Fonte: Assessoria de Comunicação do HRRBC | quarta-feira (25) de fevereiro de 2026


Profissionais de saúde alertam sobre sinais de emergência pediátrica e a importância da identificação precoce para evitar complicações.


Foto: Assessoria de Comunicação do HRRBC
Foto: Assessoria de Comunicação do HRRBC

Com o objetivo de orientar pais e responsáveis sobre os principais sinais de alerta em crianças, o Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), localizado em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, reforça as situações que exigem atendimento imediato em serviços de urgência e emergência pediátrica. A enfermeira supervisora da Pediatria, Kilse Sitonio, destaca a importância da identificação precoce de sintomas graves para garantir a segurança e o cuidado adequado das crianças.


De acordo com Kilse Sitonio, é essencial que os pais e responsáveis saibam identificar sintomas que podem indicar um quadro grave, permitindo que a criança receba atendimento de emergência de forma rápida. Entre os principais sinais de alerta estão a dificuldade para respirar, com respiração rápida, esforço respiratório, e afundamento das costelas, além de lábios ou unhas arroxeados (cianose). Outros sinais incluem chiado intenso ou piora rápida do quadro respiratório.


Além disso, sonolência excessiva, irritabilidade extrema e dificuldade para acordar, recusa alimentar, vômitos repetidos e diminuição do volume urinário, que pode indicar desidratação, também são indicativos de que a criança precisa ser atendida com urgência. A enfermeira ainda enfatiza a importância de atenção redobrada em casos de febre alta persistente, igual ou superior a 39°C, especialmente quando não melhora com antitérmicos, e a piora progressiva após dois ou três dias de sintomas.


“A identificação precoce dos sinais de gravidade faz toda a diferença no tratamento clínico da criança. Orientar as famílias é uma forma de promover cuidado seguro e evitar complicações,” afirmou Kilse.


O HRRBC está à disposição para garantir a assistência necessária e reforça a importância de buscar atendimento médico sempre que houver suspeita de que o quadro da criança possa ser grave.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | sexta-feira (13) de fevereiro de 2026


Medida passa a valer a partir desta sexta-feira (13), mantém a exigência de numeração fornecida pela autoridade sanitária local e prevê avanço para emissão eletrônica no SNCR até junho.


Imagem: Marcelo Casal Júnior
Imagem: Marcelo Casal Júnior

A partir desta sexta-feira (13), profissionais prescritores e instituições de saúde podem providenciar, em gráficas, a impressão de todos os modelos de receituários usados na prescrição de medicamentos controlados. A mudança foi aprovada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim de 2025.


Com a nova resolução, receituários que antes tinham a impressão restrita à autoridade sanitária local, como os de cor amarela, passam a poder ser impressos pelos próprios prescritores e pelas instituições de saúde.


Em nota, a Anvisa informou que a medida integra ações de desburocratização e simplificação do acesso da população a medicamentos. A agência ressaltou, porém, que a norma não elimina a exigência de impressão nem a obrigatoriedade de numeração fornecida pela autoridade sanitária local.


Dessa forma, prescritores e instituições devem continuar solicitando previamente a numeração junto à autoridade sanitária competente. A partir desta sexta-feira (13), após obter a numeração, poderão encaminhar a impressão do receituário em gráfica.


A Anvisa também destacou que a resolução não altera outras regras definidas por autoridades sanitárias locais. Em caso de dúvidas sobre exigências complementares relacionadas ao procedimento de impressão, a orientação é consultar a autoridade sanitária da localidade.


Segundo a agência, os modelos que constavam nos anexos da Portaria nº 344/1998 deixam de ser válidos para novas impressões a partir desta sexta-feira (13). Os novos modelos podem ser consultados na página do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR).


Receituários impressos até quinta-feira (12) de fevereiro de 2026 continuam válidos por tempo indeterminado.


A norma prevê ainda que, até junho, a Anvisa disponibilize uma ferramenta no SNCR para permitir a emissão eletrônica de todos os receituários de medicamentos controlados. Até que a funcionalidade seja implementada, não há mudanças quanto à emissão eletrônica.


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Medicamentos como dulaglutida e semaglutida têm causado efeitos adversos graves, alerta a agência reguladora.


Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 09 de fevereiro de 2026


Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre os riscos do uso indevido de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras. Medicamentos como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida podem causar efeitos adversos graves, como pancreatite aguda, especialmente quando usados fora das indicações aprovadas pela bula.


A Anvisa destacou que, embora esses medicamentos tragam benefícios terapêuticos quando usados corretamente, o uso fora das orientações pode ser perigoso à saúde, como evidenciado por mais de 145 notificações de efeitos adversos no Brasil entre 2020 e 2025, incluindo 6 óbitos. O uso indiscriminado das canetas emagrecedoras tem sido responsável por aumento nos registros de eventos adversos.


Subtítulo: Atenção aos riscos: O uso inadequado das canetas emagrecedoras pode resultar em complicações graves, como a pancreatite aguda, e a Anvisa reforça a importância de um acompanhamento médico constante para quem faz uso desses medicamentos.


A Anvisa também anunciou que farmácias agora devem reter a receita desses medicamentos, limitando a venda à retenção da receita e garantindo maior controle sobre o uso. O objetivo é evitar o uso indevido, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica.


A agência orienta que, caso haja dor abdominal intensa acompanhada de náuseas e vômitos, os pacientes devem buscar atendimento médico imediatamente, e profissionais de saúde devem interromper o tratamento ao identificar possíveis reações adversas.


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