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Medicamentos como dulaglutida e semaglutida têm causado efeitos adversos graves, alerta a agência reguladora.


Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 09 de fevereiro de 2026


Imagem: Reprodução
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre os riscos do uso indevido de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras. Medicamentos como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida podem causar efeitos adversos graves, como pancreatite aguda, especialmente quando usados fora das indicações aprovadas pela bula.


A Anvisa destacou que, embora esses medicamentos tragam benefícios terapêuticos quando usados corretamente, o uso fora das orientações pode ser perigoso à saúde, como evidenciado por mais de 145 notificações de efeitos adversos no Brasil entre 2020 e 2025, incluindo 6 óbitos. O uso indiscriminado das canetas emagrecedoras tem sido responsável por aumento nos registros de eventos adversos.


Subtítulo: Atenção aos riscos: O uso inadequado das canetas emagrecedoras pode resultar em complicações graves, como a pancreatite aguda, e a Anvisa reforça a importância de um acompanhamento médico constante para quem faz uso desses medicamentos.


A Anvisa também anunciou que farmácias agora devem reter a receita desses medicamentos, limitando a venda à retenção da receita e garantindo maior controle sobre o uso. O objetivo é evitar o uso indevido, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica.


A agência orienta que, caso haja dor abdominal intensa acompanhada de náuseas e vômitos, os pacientes devem buscar atendimento médico imediatamente, e profissionais de saúde devem interromper o tratamento ao identificar possíveis reações adversas.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 09 de fevereiro de 2026

Foto: Ricardo Stuckert Pr
Foto: Ricardo Stuckert Pr

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram, nesta segunda-feira (9), o investimento de R$ 1,4 bilhão destinado ao Instituto Butantan, em São Paulo. O recurso, proveniente do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), será utilizado para a modernização de suas instalações e a produção de vacinas e insumos imunobiológicos, com um adicional de R$ 400 milhões que serão investidos pelo próprio instituto.


A verba será utilizada na construção de novas fábricas, incluindo uma unidade para a produção da vacina tetravalente contra o Papilomavírus Humano (HPV), além da reforma da unidade de vacinas com RNA mensageiro (mRNA). Também está prevista a construção de uma fábrica para o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) para vacinas como DTPa (difteria, tétano e coqueluche), e a modernização da área de produção de soros e envase.


O presidente Lula enfatizou que o governo continuará a apoiar a pesquisa e destacou a importância da vacinação no país, alertando contra as fake news que tentam desacreditar os imunizantes. “Enquanto eu tiver possibilidade de ajudar, não faltará dinheiro para a pesquisa, nem no Butantan nem em outro instituto de pesquisa desse país”, afirmou durante a cerimônia.


O ministro Alexandre Padilha, que participou do evento, afirmou que a vacina contra a dengue produzida pelo Butantan deverá ser disponibilizada ao público a partir de 59 anos ainda este ano. A vacina Butantan-DV foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2025 e é o primeiro imunizante contra a dengue em dose única no mundo.


O evento também contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, além de outros representantes do governo.


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