Corrida aos governos em 2026 reacende debate sobre prefeitos deixarem mandatos antes do fim
- Michael Andrade

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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Portal PE Conectado | domingo (15) de fevereiro de 2026
Com movimentações no Rio e em Pernambuco, cenário pré-eleitoral intensifica articulações e amplia debate sobre riscos de trocar a gestão municipal por uma campanha estadual.

A pré-campanha de 2026 já começa a reorganizar o tabuleiro político em estados estratégicos. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, prefeitos de capitais aparecem no centro das articulações para a disputa pelos governos estaduais, com a possibilidade de saída antecipada do cargo para viabilizar a candidatura.
No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (PSD) confirmou a intenção de concorrer ao governo do estado e anunciou que pretende deixar a Prefeitura do Rio em 20 de março de 2026. A movimentação ocorre enquanto seu nome aparece em posições de destaque em levantamentos eleitorais e ele busca ampliar alianças para a disputa pelo Palácio Guanabara.
Em Pernambuco, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), é citado como um dos principais nomes na corrida ao Palácio do Campo das Princesas. O cenário aponta para uma disputa estadual com reconfiguração de alianças e pressão por definição de chapas, especialmente diante do embate político previsto entre grupos ligados à capital e ao interior.
Analistas observam que a passagem de uma liderança municipal para uma campanha estadual envolve desafios adicionais, como ampliar presença fora da região metropolitana, manter base política coesa e administrar o impacto da transição no comando do Executivo municipal. Também pesa a percepção do eleitor sobre a decisão de deixar o cargo antes do fim do mandato.
Outro fator é a desincompatibilização exigida pela legislação eleitoral, que pode antecipar decisões e acelerar a consolidação de palanques. No campo partidário, a leitura é que o período pré-eleitoral tende a intensificar negociações, reposicionamentos e disputas por alianças, com repercussões diretas na gestão das capitais e no desenho das eleições de 2026.
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