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Notícias

Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Diário de Pernambuco | segunda-feira (11) de maio de 2026


Alerta laranja indica possibilidade de chuva entre 50 e 100 mm por dia, além de ventos intensos.


Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) atualizou, nesta segunda-feira (11), a previsão do tempo para Pernambuco e colocou 52 municípios em alerta laranja de perigo para chuva forte a partir das 18h.


O aviso atinge cidades da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Zona da Mata Sul.


Segundo o Inmet, a bandeira laranja indica possibilidade de chuva entre 30 e 60 mm por hora ou entre 50 e 100 mm por dia, além de ventos intensos, que podem variar entre 60 e 100 km/h.


Entre os municípios incluídos no alerta estão Recife, Olinda, Paulista, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe, Igarassu, Goiana, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho, São Lourenço da Mata, Vitória de Santo Antão, Palmares, Barreiros, Tamandaré e Timbaúba.


Além disso, outros 66 municípios aparecem em alerta amarelo, classificado como perigo potencial. Nesses locais, a previsão é de chuva entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm por dia, com ventos entre 40 e 60 km/h.


Confira a lista completa dos 52 municípios em alerta laranja:


Abreu e Lima; Água Preta; Aliança; Amaraji; Araçoiaba; Barreiros; Buenos Aires; Cabo de Santo Agostinho; Camaragibe; Camutanga; Carpina; Chã de Alegria; Chã Grande; Condado; Cortês; Escada; Feira Nova; Ferreiros; Gameleira; Glória do Goitá; Goiana; Igarassu; Ilha de Itamaracá; Ipojuca; Itambé; Itapissuma; Itaquitinga; Jaboatão dos Guararapes; Joaquim Nabuco; Lagoa de Itaenga; Lagoa do Carro; Limoeiro; Moreno; Nazaré da Mata; Olinda; Palmares; Paudalho; Paulista; Pombos; Primavera; Recife; Ribeirão; Rio Formoso; São José da Coroa Grande; São Lourenço da Mata; Sirinhaém; Tamandaré; Timbaúba; Tracunhaém; Vicência; Vitória de Santo Antão; e Xexéu.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim | domingo (10) de maio de 2026


Contribuintes que enviarem a declaração mais cedo e sem erros podem receber restituição já no dia 29 de maio.


Prazo para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física vai até o dia 29 de maio (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
Prazo para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física vai até o dia 29 de maio (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)

Contribuintes que ainda não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026 têm até este domingo (10) para aumentar as chances de inclusão no primeiro lote de restituição da Receita Federal, previsto para ser pago no próximo dia 29 de maio.


Segundo a Receita Federal, quem envia a declaração primeiro e sem pendências entra na fila prioritária de restituição, desde que não haja retenção na malha fina.


Além da ordem de envio, fatores como a utilização da declaração pré-preenchida e a escolha do Pix como forma de recebimento também aumentam a prioridade no pagamento.


A Receita Federal ainda não divulgou oficialmente a data da consulta ao primeiro lote, mas a expectativa é que ela seja liberada no dia 22 de maio.


Neste ano, o calendário de restituições terá quatro lotes. Confira as datas previstas:


• 1º lote: 29 de maio

• 2º lote: 30 de junho

• 3º lote: 31 de julho

• 4º lote: 28 de agosto


A legislação mantém prioridade para idosos acima de 80 anos, idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave e contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério.


Depois desses grupos, recebem prioridade os contribuintes que utilizarem declaração pré-preenchida e optarem pelo Pix.


O prazo final para envio da declaração do Imposto de Renda termina em 29 de maio, às 23h59min59s.


Quem perder o prazo poderá pagar multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.


A Receita também alerta para o aumento de declarações retidas na malha fina em 2026, após mudanças no sistema de cruzamento de dados fiscais.


Segundo o órgão, problemas no envio de informações por empresas e órgãos públicos ao eSocial e à EFD-Reinf têm provocado divergências em declarações de contribuintes.


Nesses casos, a recomendação é procurar a empresa ou fonte pagadora para solicitar a correção dos dados informados.


Até a manhã deste domingo (10), mais de 21,6 milhões de contribuintes haviam enviado a declaração, o equivalente a 49,13% dos 44 milhões de documentos esperados pela Receita Federal neste ano.


De acordo com o balanço do órgão, 67,9% das declarações entregues até agora terão direito à restituição.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | domingo (11) de maio de 2026


Em um país que registrou mais de 84 mil desaparecimentos em 2025, mães transformam sofrimento em luta por respostas e acolhimento.


GRUPO DE MÃES DA SÉ/ARQUIVO
GRUPO DE MÃES DA SÉ/ARQUIVO

Enquanto milhões de famílias celebram o Dia das Mães neste domingo (11), outras convivem com uma ausência que atravessa anos, décadas e silêncios. Mães de pessoas desaparecidas seguem lutando por respostas, visibilidade e respeito em um Brasil que registrou 84.760 desaparecimentos apenas em 2025.


Entre buscas em delegacias, redes sociais, hospitais, becos e instituições públicas, mulheres transformaram a dor em mobilização e resistência.


A maranhense Clarice Cardoso, de 27 anos, vive há mais de quatro meses uma rotina marcada pela espera e pela esperança. Os filhos dela, Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desapareceram no dia 4 de janeiro deste ano após saírem para brincar em uma área de mata na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, no Maranhão.


Clarice é mãe de Ágatha e Allan, desaparecidos em janeiro, no Maranhão -
Clarice é mãe de Ágatha e Allan, desaparecidos em janeiro, no Maranhão -

Desde então, a vida da família mudou completamente.


“A cada ligação que eu recebo, penso que pode ser uma novidade, alguma pista”, afirmou à Agência Brasil.


Clarice relata que enfrenta não apenas a dor do desaparecimento dos filhos, mas também julgamentos e preconceitos quando precisa ir até a cidade buscar informações sobre as investigações.


Ela diz que o Dia das Mães se tornou um pedido coletivo para que o país não esqueça das crianças desaparecidas.


Outra mulher que transformou a dor em mobilização foi a paulista Ivanise Espiridião, de 63 anos, fundadora do grupo Mães da Sé.


Ivanise com a filha Fagna e a neta Eva, de 7 anos
Ivanise com a filha Fagna e a neta Eva, de 7 anos

Ela procura pela filha Fabiana desde 1995, quando a adolescente desapareceu aos 13 anos.


Há três décadas, Ivanise dedica a vida ao acolhimento de mães e familiares de desaparecidos. O grupo criado por ela reúne atualmente mais de seis mil mães em todo o país.


Ivanise transformou a dor de perder a filha e luta por outros desaparecidos
Ivanise transformou a dor de perder a filha e luta por outros desaparecidos

“O Dia das Mães causa uma mistura de sentimentos. É tristeza pela ausência, mas também lembrança dos filhos que continuam ao nosso lado”, disse.


A organização utiliza inclusive tecnologia de reconhecimento facial por meio do aplicativo Family Faces para auxiliar nas buscas.


Ivanise na escadaria da Sé
Ivanise na escadaria da Sé

Ivanise também alerta para um problema recorrente: muitas famílias ainda encontram resistência para registrar imediatamente boletins de ocorrência.


Pela legislação brasileira, o desaparecimento de crianças e adolescentes deve ser comunicado e investigado imediatamente, sem necessidade de esperar 24 horas.


Especialistas defendem que o apoio psicológico e emocional às famílias também precisa ser ampliado.


A psicóloga Melânia Barbosa, que pesquisa o tema, afirma que a dor do desaparecimento possui características próprias e exige acolhimento contínuo.


“O principal é você saber que tem alguém ao seu lado e não se sentir sozinho”, destacou.


Outra mãe que atua em apoio a famílias é Lucineide Damasceno, integrante do grupo Mães da Sé.


Lucineide na escadaria da Sé com outras mães de desaparecidos pessoal
Lucineide na escadaria da Sé com outras mães de desaparecidos pessoal

Ela procura pelo filho Felipe desde 2008, quando o adolescente desapareceu após sair de moto para encontrar um amigo.


Lucineide criou a ONG Abrace, voltada ao acolhimento de familiares de desaparecidos.


Mesmo após quase duas décadas, ela mantém o hábito de deixar presentes para o filho embaixo da árvore de Natal.


“Eu tenho esperança de o Felipe bater no portão e dizer: ‘mãe, estou aqui’”, afirmou.


Felipe, filho de Lucineide desapareceu em 2008
Felipe, filho de Lucineide desapareceu em 2008

Segundo especialistas e entidades, os casos de desaparecimento exigem não apenas investigação policial, mas também políticas públicas permanentes de acolhimento, prevenção e suporte psicológico para as famílias.


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