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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 30 de janeiro de 2026


Levantamento do Programa Queimadas indica alta de 46% em relação a 2025; Pará lidera registros e Nordeste concentra focos em cenário de seca persistente.


Imagem: Reprodução
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O painel de monitoramento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), registrou 4.347 focos de calor em janeiro de 2026, em dados atualizados até quinta-feira (29). O total corresponde ao dobro da média histórica do mês e representa um aumento de 46% na comparação com janeiro de 2025.


O resultado é o sexto maior para um mês de janeiro desde o início da série histórica, em 1999, e o segundo maior da década, atrás apenas de 2024, quando foram contabilizados 4.555 focos.


Estados com mais registros e relação com a seca


O estado com mais focos no período foi o Pará, com 985 registros, seguido de perto pelo Maranhão, com 945. No Nordeste, o cenário de estiagem coincide com a concentração de focos em estados como Ceará (466) e Piauí (229), além do próprio Maranhão, onde o quadro de seca atinge todo o território, de acordo com recortes citados no monitoramento.


No caso maranhense, o levantamento aponta que 2026 já aparece como o ano com maior número de focos no estado desde o começo da série histórica estadual, superando 2019, quando foram registrados 712 focos.


O que o indicador mostra e o que não mostra


O número de focos de calor não é a única forma de medir incêndios ou queimadas, mas funciona como um indicador amplamente usado para orientar políticas de prevenção e combate. Especialistas e órgãos ambientais destacam que nem todo foco detectado por satélite significa, automaticamente, fogo em vegetação, já que há outras fontes de calor que podem gerar registros.


A maior incidência em janeiro, por si só, também não determina que o ano terminará acima da média. Ainda assim, a série histórica indica que, entre os anos em que janeiro registrou números elevados, apenas 2016 fechou o acumulado anual abaixo da média nacional, citada em cerca de 200 mil registros por ano.


O que dizem os estados


Procurados, estados com mais registros pediram cautela na leitura do dado. No Pará, a Secretaria de Meio Ambiente afirmou que recortes temporais curtos podem concentrar ocorrências em poucos dias ou locais e não permitem antecipar uma tendência anual consolidada. No Ceará, a Secretaria do Meio Ambiente avaliou que o volume observado em janeiro reflete, em grande medida, o cenário de dezembro de 2025, e reforçou que focos de calor podem ter origens diversas.


Já o Governo do Maranhão informou que intensificou ações de prevenção e combate às queimadas, com campanhas educativas, doação de equipamentos, reforço de fiscalização e uso de drones para identificar áreas críticas, além de apoio a comunidades rurais e ações voltadas ao resgate de animais silvestres.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim. | 30 de janeiro de 2026


Agência cita melhora das chuvas e recuperação de reservatórios; definição de março será anunciada em 27 de fevereiro


Imagem: Reprodução
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (30) a manutenção da bandeira tarifária verde em fevereiro. Com a decisão, não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica dos consumidores no próximo mês.


De acordo com a Aneel, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em comparação com a primeira quinzena, o que contribuiu para a recuperação do nível dos reservatórios nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. A agência afirmou que, com esse cenário, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras.


Pelo calendário divulgado, no dia 27 de fevereiro será definida a bandeira tarifária que vai vigorar em março.



Como funcionam as bandeiras tarifárias



Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. As condições de operação do sistema são reavaliadas mensalmente, com base em critérios técnicos e na estratégia de geração definida pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).


Quando a bandeira é verde, não há acréscimo na fatura. Nas bandeiras amarela e vermelha, há cobrança extra a cada 100 kWh consumidos. Os valores citados no modelo vigente são:


  • Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh

  • Bandeira vermelha patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh

  • Bandeira vermelha patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh



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Por Michael Andrade, da redação de O estopim

Fonte: Agência de Rádio Conexão Notícias. | 29 de janeiro de 2026


Resolução publicada após determinação do STJ autoriza, entre outros pontos, produtos para uso bucal, sublingual e dermatológico e permite venda de canabidiol em farmácias de manipulação; normas têm validade inicial de seis meses.


Imagem: Reprodução
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (28), uma resolução com novas regras para a produção e o acesso a medicamentos à base de cannabis no Brasil. A medida amplia as formas de uso autorizadas e estabelece exigências para cultivo e fabricação voltados exclusivamente a fins medicinais e farmacológicos.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (28), uma resolução com novas regras para a produção de cannabis medicinal no Brasil.


Na prática, a decisão amplia as possibilidades de acesso de pacientes a medicamentos à base da substância e atende a uma determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que em novembro de 2024 estabeleceu a necessidade de regulamentar o plantio de cannabis exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos.


Com as novas regras, passa a ser permitida a comercialização de medicamentos à base de cannabis para uso bucal, sublingual e dermatológico. Até então, somente produtos de uso oral e inalatório podiam buscar registro para venda no país.


A resolução da Diretoria Colegiada também autoriza a venda de canabidiol (CBD) em farmácias de manipulação. Segundo o texto, as medidas entram em vigor na data de publicação e terão validade inicial de seis meses.


As normas restringem a produção de cannabis a pessoas jurídicas e exigem inspeção sanitária prévia. A regulamentação também abre caminho para que associações de pacientes possam produzir a substância sem fins lucrativos, em modelo de pequena escala, por meio de chamamento público, com o objetivo de avaliar a viabilidade fora do formato industrial.


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