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Quaest mostra que 43% veem piora na economia e 68% dizem comprar menos, apesar do avanço do PIB, do emprego e da renda média.


Por Vitória Régis para O estopim | Cobertura especial das Eleições 2026

15 de julho de 2026


Contas domésticas e compras representam a perda de poder de compra apontada pela pesquisa Quaest
Contas domésticas e compras representam a perda de poder de compra apontada pela pesquisa Quaest | Foto: IA/Chat GPT/Com dados da pesquisa Genial/Quest

A economia brasileira apresenta crescimento do Produto Interno Bruto, desemprego menor e aumento da renda média real. A melhora, porém, ainda não chegou ao orçamento da maioria dos entrevistados pela nova pesquisa Genial/Quaest.


No levantamento divulgado nesta quarta (15), 43% afirmam que a economia piorou nos últimos 12 meses. Outros 33% avaliam que ficou quase do mesmo jeito. Apenas 20% dizem que houve melhora, enquanto 4% não souberam ou não responderam.


A distância entre a estatística econômica e a experiência cotidiana fica ainda mais evidente na pergunta sobre consumo. Para 68% dos entrevistados, o poder de compra é menor do que há um ano. Outros 21% dizem comprar a mesma quantidade e apenas 10% afirmam conseguir comprar mais. Os resultados aparecem nas páginas 49 e 51 do relatório.


A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios, entre 10 e 13 de julho. A margem de erro da amostra nacional é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07181/2026.


O PIB cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com os três meses anteriores. Frente ao primeiro trimestre de 2025, a alta foi de 1,8%. Agropecuária, indústria e serviços apresentaram expansão na comparação trimestral, e o consumo das famílias avançou 1%.


O mercado de trabalho também registra números favoráveis. A taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, abaixo dos 6,2% registrados um ano antes. A população ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas.


O rendimento médio real habitual foi estimado em R$ 3.726, alta de 4% em relação ao mesmo período de 2025. Na comparação com o trimestre anterior, contudo, a renda permaneceu estável. A informalidade ainda atingia 37,3% da população ocupada, equivalente a 38,3 milhões de trabalhadores.


Os dados confirmam melhora em dimensões importantes da economia. Eles não demonstram, porém, que todas as famílias tiveram aumento de renda nem que o dinheiro disponível cresceu depois do pagamento das despesas fixas.


O PIB mede a produção de bens e serviços no país. Quando ele cresce, significa que a atividade econômica aumentou em termos agregados.


O indicador não revela sozinho como o crescimento foi distribuído entre trabalhadores, empresas, setores, regiões e faixas de renda. Também não informa quanto sobra no orçamento familiar depois de aluguel, alimentação, transporte, contas domésticas, parcelas e dívidas.


A renda média enfrenta limitação semelhante. Uma média pode subir porque determinados grupos tiveram ganhos maiores, mesmo que outros tenham ficado estagnados. Ela também considera a renda do trabalho antes de despesas obrigatórias e pagamentos financeiros.


Por isso, crescimento do PIB, redução do desemprego e perda de poder de compra podem coexistir.


A diferença também aparece na percepção sobre o mercado de trabalho. Para 55% dos entrevistados pela Quaest, está mais difícil conseguir emprego do que há um ano. Outros 36% consideram que está mais fácil, 4% dizem que a situação ficou igual e 5% não souberam ou não responderam. O resultado está na página 52 do relatório.


A taxa de desemprego e a facilidade de conseguir uma vaga medem situações diferentes. O desemprego considera quem procurou trabalho e não encontrou. A percepção de dificuldade pode envolver tempo de procura, salário oferecido, exigências das empresas, distância, jornada, formalização e qualidade da ocupação.


O próprio IBGE registrou que o rendimento médio ficou estável frente ao trimestre anterior. Na análise por atividade e posição profissional, nenhuma categoria apresentou crescimento estatisticamente significativo no período mais recente pesquisado.


A moradia ajuda a explicar por que parte do aumento da renda pode desaparecer antes de chegar ao consumo.


O Índice FipeZAP de Locação Residencial acumulou alta média de 9% nos 12 meses encerrados em junho. No mesmo período, o IPCA acumulou 4,64%. O indicador da Fipe acompanha valores anunciados de imóveis, e não todos os contratos efetivamente pagos, mas mostra uma pressão relevante no mercado de locação das cidades monitoradas.


No IPCA de junho, o grupo Habitação avançou 0,63%, a maior variação entre os grupos pesquisados no mês. A energia elétrica residencial subiu 1,53%, enquanto a taxa de água e esgoto aumentou 0,30%.


Aluguel, energia, água e condomínio são despesas difíceis de adiar. Quando esses custos sobem acima da renda de uma família, o ajuste costuma ocorrer no mercado, no lazer, no transporte ou na capacidade de poupar.


Na Quaest, 66% afirmam que os preços dos alimentos subiram nos mercados no último mês. Para 23%, ficaram iguais. Apenas 9% perceberam queda, enquanto 2% não souberam ou não responderam. Os números aparecem na página 50 do levantamento.


O IPCA apresentou uma fotografia diferente em junho. O grupo Alimentação e bebidas recuou 0,24%, depois de ter subido 1,33% em maio. A alimentação no domicílio caiu 0,39%, influenciada por café, frutas e carnes. Em sentido contrário, feijão-carioca e batata ficaram mais caros.


Os resultados não são diretamente equivalentes. O IPCA mede uma cesta média em períodos definidos de coleta. A pesquisa pergunta o que o entrevistado percebeu nas compras recentes. Cada família consome produtos diferentes, em estabelecimentos diferentes e com pesos diferentes no orçamento.


Além disso, inflação menor ou uma queda mensal não devolvem automaticamente o poder de compra perdido. Quando o preço de um produto sobe durante vários meses e recua apenas uma vez, ele pode continuar mais caro do que no início do período.


O grupo Transportes subiu 0,17% no IPCA de junho. As passagens aéreas avançaram, enquanto os combustíveis recuaram. O ônibus urbano apresentou alta de 0,72%, com resultados influenciados por reajustes e políticas tarifárias diferentes entre as cidades pesquisadas.


Para quem depende diariamente de ônibus, metrô, combustível ou transporte por aplicativo, pequenas variações sucessivas afetam o valor disponível para outras despesas.


Essa experiência não aparece integralmente no PIB. Ela aparece na parcela do salário que resta depois do deslocamento até o trabalho, do aluguel e das contas da residência.


A taxa Selic estava em 14,25% ao ano após a decisão do Banco Central de junho. Mesmo após reduções recentes, o patamar continua elevado e influencia o custo do crédito, das renegociações e dos financiamentos.


Em abril, o endividamento das famílias correspondia a 49,8% da renda disponível bruta restrita, segundo a metodologia do Banco Central. O comprometimento da renda com pagamentos de dívidas estava em 28,2%.


A inadimplência no crédito livre para pessoas físicas chegou a 7,6% em maio, com alta de 1,2 ponto percentual em 12 meses.


Esses indicadores ajudam a entender a diferença entre renda recebida e renda disponível. Um trabalhador pode ter reajuste salarial e, ainda assim, terminar o mês com menos dinheiro caso as prestações, os juros, o aluguel e os alimentos avancem mais rapidamente.


A comparação não permite afirmar que um indicador esteja certo e o outro errado.


A Quaest mede percepção. O IBGE mede produção, preços, ocupação e renda por metodologias próprias. O Banco Central acompanha crédito, endividamento e comprometimento da renda. A Fipe monitora preços anunciados de locação nas cidades cobertas pelo índice.


Os períodos de coleta também não são idênticos. A pesquisa da Quaest foi realizada entre 10 e 13 de julho. O IPCA de junho comparou preços coletados entre 30 de maio e 30 de junho com o período imediatamente anterior.


A reportagem confronta os indicadores para explicar a aparente distância entre eles, sem estabelecer relação automática de causa e efeito.


A percepção econômica é formada menos pelo valor total produzido pelo país e mais pela capacidade de pagar despesas, manter o consumo e enfrentar imprevistos.


Emprego e renda são fundamentais, mas não bastam quando uma parcela elevada do orçamento está comprometida com moradia, alimentação, transporte e dívidas.


A diferença entre macroeconomia e vida cotidiana mostra que crescimento econômico e bem-estar não são sinônimos. Para que a melhora seja percebida, ela precisa alcançar a renda disponível, reduzir a insegurança financeira e superar o aumento acumulado das despesas familiares.


O IBGE divulgará uma nova rodada mensal da PNAD Contínua em 30 de julho. O IPCA referente a julho está previsto para 11 de agosto. Os próximos dados mostrarão se o emprego e a renda mantêm a trajetória e se a desaceleração dos preços se prolonga.


Novas pesquisas de percepção serão necessárias para verificar se uma eventual continuidade da melhora macroeconômica passa a ser reconhecida pelas famílias.


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Vitória Régis é economista e editora de Economia e Mercados de O estopim. Especialista em traduzir o economês para a vida real, analisa finanças, investimentos e políticas econômicas com olhar crítico, social e atento aos impactos no Nordeste.

Pesquisa Genial/Quaest mostra que a disputa não é apenas sobre indicadores, mas sobre bolso, percepção e bloqueio político


Por Raul Silva para O estopim | Cobertura especial das Eleições 2026

15 de julho de 2026



Pesquisa Genial/Quaest mostra que 51% dizem que Lula não merece mais quatro anos, mas o dado exige análise sobre bolso, Congresso e percepção.
Pesquisa Genial/Quaest mostra que 51% dizem que Lula não merece mais quatro anos, mas o dado exige análise sobre bolso, Congresso e percepção. | Ton Molina/Getty Images

A pesquisa Genial/Quaest de julho de 2026 mostra um paradoxo central para o governo Lula: 51% dos entrevistados dizem que o presidente não merece mais quatro anos, enquanto 45% afirmam que sim. O dado aparece em um cenário de melhora parcial na aprovação, empate entre avaliações positiva e negativa e avanço de políticas sociais e econômicas, mas também de forte percepção de perda no poder de compra, alimentos caros e dificuldade para transformar medidas de governo em sensação concreta de melhora. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 10 e 13 de julho, com margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de confiança.


O dado dos 51% não pode ser lido isoladamente. Na mesma rodada, a aprovação do governo Lula aparece em 48%, contra 47% de desaprovação. A avaliação positiva e a negativa estão empatadas em 36%, com 26% classificando o governo como regular. Ou seja, há desgaste, mas não colapso.


A tendência também importa. Em junho, 55% diziam que Lula não merecia mais quatro anos. Em julho, o índice caiu para 51%. O “sim” subiu de 41% para 45%. O governo segue pressionado, mas há movimento na margem.


A pergunta, portanto, não é apenas por que tanta gente rejeita mais um mandato. É por que uma parte do país reconhece entregas do governo e, ainda assim, não transforma isso em disposição de continuidade.


A explicação mais forte está na vida concreta. O Brasil pode ter bons indicadores em áreas importantes, mas a população mede governo no supermercado, no aluguel, na conta de luz, no emprego disponível e no cartão de crédito.


Segundo o IBGE, a taxa de desocupação ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, abaixo dos 6,2% registrados no mesmo trimestre de 2025, e o rendimento real habitual chegou a R$ 3.726. O dado confirma um mercado de trabalho aquecido.


Mas a percepção captada pela Quaest vai em outra direção: 66% dizem que os alimentos subiram no último mês, 68% afirmam que o poder de compra está menor do que há um ano e 53% dizem que está mais difícil conseguir emprego hoje do que há 12 meses.


Esse choque entre indicador e sensação é decisivo. A política pública melhora o quadro geral, mas a inflação sentida no prato e o endividamento corroem a confiança antes que o ganho apareça como melhora de vida.


O governo tem entregas que dialogam com a base popular. A ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil foi sancionada em 2025, com descontos para rendas até R$ 7.350 e maior tributação sobre altas rendas.


Mesmo assim, na pesquisa, 65% dizem que não foram beneficiados pela nova isenção. Entre os que foram beneficiados, 39% afirmam não ter sentido diferença na renda e 35% dizem que a renda aumentou, mas não muito.


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Esse é o ponto político central: uma medida pode ser correta, progressiva e socialmente justa, mas não render apoio se não for percebida como mudança direta. A esquerda governa sob um desafio antigo, que é transformar política pública em experiência sentida.


A análise também passa pela correlação de forças. O governo Lula não governa com um Congresso naturalmente alinhado. A composição da Câmara mostra um bloco amplo de centro e centro-direita com 273 deputados, além de uma bancada do PL com 97 parlamentares, enquanto a Federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PCdoB e PV, aparece com 81 deputados.


Isso significa que cada avanço passa por negociação, concessão, atraso ou bloqueio. Para setores da esquerda, esse Congresso atua como inimigo das pautas populares porque segura medidas redistributivas, amplia barganhas e transfere custos políticos ao Executivo.


O problema é que a população, em geral, não separa responsabilidades institucionais. Quando uma promessa demora, chega menor ou não chega, a cobrança recai sobre o presidente. O Congresso bloqueia, mas quem paga a conta simbólica é o governo.


A pesquisa mostra que a rejeição a mais quatro anos de Lula é quase total no campo bolsonarista e muito alta entre eleitores de direita não bolsonarista. Entre bolsonaristas, 96% dizem que Lula não merece continuar. Entre eleitores de direita não bolsonarista, o índice é de 91%.


O dado mais importante está entre os independentes. Nesse grupo, 54% dizem que Lula não merece mais quatro anos e 38% dizem que merece. Houve melhora em relação às rodadas anteriores, mas o governo ainda perde no segmento que costuma decidir eleição.


Esse quadro mostra que o problema não está apenas na oposição organizada. Está também no eleitor que não se identifica com Lula nem com Bolsonaro e avalia o governo pela sensação de estabilidade, renda e futuro.


Outro fator é a disputa de narrativa. A Quaest mostra que 40% dizem ter visto notícias mais negativas sobre o governo Lula, contra 34% que dizem ter visto notícias mais positivas. As redes sociais e a TV seguem como fontes centrais de informação política.


Isso não significa que a percepção negativa seja fabricada do nada. Significa que problemas reais ganham interpretação política em um ambiente de comunicação fragmentada, com oposição ativa, desinformação, guerra cultural e baixa paciência social.


A direita disputa a frustração cotidiana com linguagem simples. A esquerda, muitas vezes, responde com dado técnico. O dado pode estar correto, mas nem sempre vence a experiência de quem sente que o dinheiro acaba antes do mês.


O que acontece agora


O resultado da Quaest não encerra a disputa de 2026. Ele mostra que Lula segue competitivo, mas com um alerta evidente: a aprovação do governo não basta se parte da população acha que a melhora não chegou à sua casa.


A tarefa política colocada ao campo progressista é dupla. De um lado, defender avanços concretos diante de um Congresso conservador e de uma oposição que trabalha pelo desgaste permanente. De outro, reconhecer que a população não vota apenas por balanço macroeconômico, mas pela sensação de dignidade, renda, comida, tempo livre e futuro.


Se o governo conseguir transformar entregas em percepção de melhora, o número dos 51% pode recuar. Se a vida continuar parecendo mais cara do que os anúncios oficiais sugerem, a pergunta sobre “merecer mais quatro anos” seguirá como o centro da eleição.


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Raul Silva é jornalista e produtor de conteúdo do portal O estopim. Atua com análise política, apuração de interesse público e jornalismo digital voltado à compreensão das causas e consequências dos fatos.


Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 8 de março de 2026


A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta taxação ou monitoramento das transações realizadas via Pix. Em nota divulgada nesta quarta-feira (14), o órgão afirmou que não existe cobrança de imposto sobre transferências feitas pelo sistema de pagamentos instantâneos.


Bruno Peres/Agência Brasil
Bruno Peres/Agência Brasil

Segundo a Receita, mensagens que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, assim como dinheiro em espécie, cartão ou transferência bancária, e não gera tributo automaticamente.


O órgão também esclareceu que a Constituição Federal proíbe a fiscalização de movimentações financeiras com o objetivo de criar ou cobrar impostos diretamente sobre essas transações.


Os boatos que circulam nas redes sociais costumam citar a Instrução Normativa nº 2.278, publicada em agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento das transações feitas pelos usuários.


De acordo com a Receita Federal, a interpretação é incorreta. A norma apenas estende às fintechs e instituições de pagamento as mesmas obrigações de transparência que já são aplicadas aos bancos tradicionais desde 2015, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.


O Fisco ressalta que as informações repassadas ao órgão não incluem dados detalhados das transações individuais, nem permitem identificar origem ou natureza dos gastos dos usuários.


Nas últimas horas, as mensagens voltaram a circular nas redes após a publicação de vídeos nas redes sociais que afirmam que o governo pretende monitorar o Pix.


Para a Receita Federal, esse tipo de conteúdo tem potencial de gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança da população em um dos principais meios de pagamento do país.


Golpes se aproveitam da desinformação


O órgão também alertou que a disseminação de notícias falsas sobre impostos e Pix pode facilitar a atuação de criminosos. Golpistas aproveitam o clima de desinformação para enviar mensagens falsas por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens solicitando pagamentos indevidos ou dados pessoais.


A recomendação da Receita Federal é que a população desconfie de mensagens alarmistas, evite compartilhar conteúdos sem fonte confiável e procure informações sempre em canais oficiais do governo ou em veículos de imprensa.


Qualquer mensagem que peça pagamento, atualização de cadastro ou envio de dados pessoais relacionados ao Pix ou a supostos impostos deve ser tratada como tentativa de golpe.


Mudanças no Imposto de Renda


No mesmo comunicado, a Receita Federal também esclareceu informações sobre o Imposto de Renda que vêm sendo distorcidas nas redes sociais.


Desde janeiro deste ano, quem recebe até R$ 5 mil por mês está totalmente isento do Imposto de Renda, enquanto rendas de até R$ 7.350 contam com desconto no valor devido.


O órgão reforça que essas mudanças não têm qualquer relação com o Pix, nem significam criação de impostos sobre transferências ou movimentações financeiras.


O estopim — O começo da notícia!


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