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Por Michael Andrade, da redação de O estopim

Fonte: Túlio Vasconcelos, Rádio SEI de Notícias | 2 de fevereiro de 2026



Umidade favorece precipitações no fim do dia em Arcoverde e Pajeú; Agreste tem amplitude térmica acentuada nesta segunda-feira (2)




A segunda-feira (2) começa com a consolidação do calor típico de verão em todo o estado de Pernambuco, mas traz indicativos de mudança na estabilidade do tempo para o interior. A previsão aponta para um dia de sol forte, intercalado com momentos de nebulosidade que podem resultar em chuvas rápidas e pontuais nos períodos da tarde e da noite, especialmente nas regiões do Sertão e Agreste.


A combinação entre as altas temperaturas registradas nas últimas semanas e a entrada de umidade favorece a formação de nuvens de chuva.


Em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, a semana inicia com termômetros oscilando entre a mínima de 20°C e a máxima de 33°C. O céu deve permanecer parcialmente nublado durante a maior parte do dia. A probabilidade de chuva é moderada para o fim da tarde, com precipitações leves que não devem ultrapassar os 10mm, mas suficientes para elevar a umidade relativa do ar.


No Sertão do Pajeú, o cenário é de temperaturas elevadas. Serra Talhada e Afogados da Ingazeira têm previsão de máxima de 35°C. A nebulosidade variável pode trazer pancadas de chuva isoladas, conhecidas localmente como "chuvas de caju", rápidas e localizadas.


Já no Sertão do Araripe, no extremo oeste, a cidade de Araripina registra máxima de 33°C. A região, que vem enfrentando dias secos, tem hoje uma chance maior de instabilidade noturna, impulsionada pelos ventos que sopram do sudeste.


No Agreste, a diferença de temperatura entre cidades próximas chama a atenção. Enquanto Caruaru, no Agreste Central, deve atingir os 32°C com sol forte, Garanhuns, no Meridional, mantém a característica de clima mais ameno, com máxima de 28°C e mínima de 18°C. Em ambas as localidades, a previsão indica chuvas passageiras no início da noite.


O início de fevereiro marca a continuidade da quadra de verão no semiárido nordestino. Historicamente, é um período aguardado para a transição climática que antecede a temporada de chuvas mais consistentes, essenciais para o abastecimento dos reservatórios e para a agricultura de subsistência da região.



 
 
 
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