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Dia Nacional de Combate à Cefaleia alerta para riscos da dor de cabeça frequente

Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | terça-feira (19) de maio de 2026


Especialistas orientam buscar atendimento quando houver três ou mais episódios de dor de cabeça por mês durante três meses seguidos.


Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação

Neste Dia Nacional de Combate à Cefaleia, celebrado nesta terça-feira (19), médicos chamam atenção para os riscos da dor de cabeça frequente e orientam que pessoas com três ou mais episódios por mês, durante pelo menos três meses, procurem avaliação especializada.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de dor de cabeça estão entre as condições neurológicas mais comuns no mundo e afetam diretamente a qualidade de vida da população.


A OMS estima que cerca de 40% da população mundial, o equivalente a 3,1 bilhões de pessoas, sofra com dor de cabeça regularmente.


Embora muitas vezes a cefaleia esteja associada a situações comuns, como estresse, desidratação ou noites mal dormidas, ela também pode estar relacionada a condições mais graves, como sinusite, enxaqueca crônica ou até aneurisma.


A enxaqueca é considerada a segunda maior causa de incapacidade no mundo e afeta cerca de 15% da população global. No Brasil, mais de 30 milhões de pessoas sofrem de enxaqueca crônica.


O neurocirurgião Orlando Maia explica que a dor de cabeça frequente precisa ser investigada.


“A dor de cabeça é um sintoma comum no dia a dia, mas quando deixa de ser episódica e passa a ser constante, precisa ser investigada”, afirmou.

Entre os sinais de alerta estão dores frequentes ou diárias, mudança no padrão habitual da dor, início súbito e muito intenso, alterações visuais, dificuldade na fala, perda de força, confusão mental, desmaios ou desequilíbrio.


A Sociedade Brasileira de Cefaleia alerta que hábitos como má alimentação, jejum prolongado, consumo excessivo de álcool, sedentarismo, tabagismo, obesidade, ansiedade, depressão e estresse podem contribuir para o problema.


Outro ponto de preocupação é a automedicação. Segundo especialistas, o uso frequente de analgésicos e anti-inflamatórios pode piorar a frequência e a intensidade das crises.


A campanha Maio Bordô, criada pela Sociedade Brasileira de Cefaleia, busca conscientizar a população sobre o tema. Com o lema “3 é Demais”, a orientação é procurar ajuda profissional quando houver três episódios mensais de dor de cabeça por três meses consecutivos.


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