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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | quarta-feira (13) de maio de 2026


Agência mantém recomendação para que consumidores não usem produtos com lotes terminados em 1.


TORVIM/STOCK.ADOBE.COM
TORVIM/STOCK.ADOBE.COM

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou, nesta quarta-feira (13), a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca.


O recurso estava previsto para ser analisado durante a 8ª Reunião Ordinária da diretoria da Anvisa, mas foi retirado da pauta. A nova análise está prevista para a próxima sexta-feira (15).


Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a agência e a empresa têm realizado reuniões técnicas para tratar da mitigação dos riscos sanitários. A previsão é que a empresa apresente, nesta quinta-feira (14), medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica.


De acordo com Safatle, fiscalização realizada em abril identificou 76 irregularidades na unidade da empresa, em ação conjunta da Anvisa, do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e da Vigilância Municipal de Amparo.


Entre os problemas apontados está a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes de produtos.


A Anvisa manteve o alerta para que consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa do risco de contaminação.


“Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa”, afirmou Safatle.

Em nota, a Ypê informou que está colaborando com a Anvisa e que apresentou atualização do plano de ação, além de laudos técnicos de microbiologia e análise de risco ao consumidor.


A empresa também informou que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas.


O caso teve início no dia 7 de maio, quando a Anvisa suspendeu a fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes.


Segundo a agência, foram identificados descumprimentos em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle.


A bactéria Pseudomonas aeruginosa pode causar problemas especialmente em pessoas imunocomprometidas, incluindo infecções urinárias e respiratórias.


Veja os produtos com lotes terminados em 1:


Lava Louças Ypê Clear Care

Lava Louças com enzimas ativas Ypê

Lava Louças Ypê

Lava Louças Ypê Toque Suave

Lava Louças concentrado Ypê Green

Lava Louças Ypê Clear

Lava Louças Ypê Green

Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green

Lava Roupas Líquido Ypê Express

Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT

Lava Roupas Líquido Ypê Premium

Lava Roupas Tixan Maciez

Lava Roupas Tixan Primavera

Desinfetante Bak Ypê

Desinfetante de uso geral Atol

Desinfetante Perfumado Atol

Desinfetante Pinho Ypê

Lava Roupas Tixan Power ACT


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | sexta-feira (13) de fevereiro de 2026


Medida passa a valer a partir desta sexta-feira (13), mantém a exigência de numeração fornecida pela autoridade sanitária local e prevê avanço para emissão eletrônica no SNCR até junho.


Imagem: Marcelo Casal Júnior
Imagem: Marcelo Casal Júnior

A partir desta sexta-feira (13), profissionais prescritores e instituições de saúde podem providenciar, em gráficas, a impressão de todos os modelos de receituários usados na prescrição de medicamentos controlados. A mudança foi aprovada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim de 2025.


Com a nova resolução, receituários que antes tinham a impressão restrita à autoridade sanitária local, como os de cor amarela, passam a poder ser impressos pelos próprios prescritores e pelas instituições de saúde.


Em nota, a Anvisa informou que a medida integra ações de desburocratização e simplificação do acesso da população a medicamentos. A agência ressaltou, porém, que a norma não elimina a exigência de impressão nem a obrigatoriedade de numeração fornecida pela autoridade sanitária local.


Dessa forma, prescritores e instituições devem continuar solicitando previamente a numeração junto à autoridade sanitária competente. A partir desta sexta-feira (13), após obter a numeração, poderão encaminhar a impressão do receituário em gráfica.


A Anvisa também destacou que a resolução não altera outras regras definidas por autoridades sanitárias locais. Em caso de dúvidas sobre exigências complementares relacionadas ao procedimento de impressão, a orientação é consultar a autoridade sanitária da localidade.


Segundo a agência, os modelos que constavam nos anexos da Portaria nº 344/1998 deixam de ser válidos para novas impressões a partir desta sexta-feira (13). Os novos modelos podem ser consultados na página do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR).


Receituários impressos até quinta-feira (12) de fevereiro de 2026 continuam válidos por tempo indeterminado.


A norma prevê ainda que, até junho, a Anvisa disponibilize uma ferramenta no SNCR para permitir a emissão eletrônica de todos os receituários de medicamentos controlados. Até que a funcionalidade seja implementada, não há mudanças quanto à emissão eletrônica.


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Medicamentos como dulaglutida e semaglutida têm causado efeitos adversos graves, alerta a agência reguladora.


Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 09 de fevereiro de 2026


Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre os riscos do uso indevido de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras. Medicamentos como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida podem causar efeitos adversos graves, como pancreatite aguda, especialmente quando usados fora das indicações aprovadas pela bula.


A Anvisa destacou que, embora esses medicamentos tragam benefícios terapêuticos quando usados corretamente, o uso fora das orientações pode ser perigoso à saúde, como evidenciado por mais de 145 notificações de efeitos adversos no Brasil entre 2020 e 2025, incluindo 6 óbitos. O uso indiscriminado das canetas emagrecedoras tem sido responsável por aumento nos registros de eventos adversos.


Subtítulo: Atenção aos riscos: O uso inadequado das canetas emagrecedoras pode resultar em complicações graves, como a pancreatite aguda, e a Anvisa reforça a importância de um acompanhamento médico constante para quem faz uso desses medicamentos.


A Anvisa também anunciou que farmácias agora devem reter a receita desses medicamentos, limitando a venda à retenção da receita e garantindo maior controle sobre o uso. O objetivo é evitar o uso indevido, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica.


A agência orienta que, caso haja dor abdominal intensa acompanhada de náuseas e vômitos, os pacientes devem buscar atendimento médico imediatamente, e profissionais de saúde devem interromper o tratamento ao identificar possíveis reações adversas.


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