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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | sábados (18) de abril de 2026


Fenaj e Sindicato dos Jornalistas de Minas defendem investigação sobre condições de trabalho no setor


Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

A morte de dois profissionais da equipe da Band em Minas Gerais reacendeu o debate sobre precarização, acúmulo de função e condições de trabalho no jornalismo brasileiro.


O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na quarta-feira (15), na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto retornavam de uma pauta jornalística.


Segundo as entidades da categoria, quem dirigia o veículo era o próprio cinegrafista, o que caracterizaria acúmulo e desvio de função. Rodrigo morreu no local. Já Alice Ribeiro teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses.


Em nota, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) manifestaram pesar pelas mortes e solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho. Ao mesmo tempo, as entidades afirmaram que o caso expõe um cenário de sobrecarga enfrentado por profissionais da imprensa.


As organizações destacaram que repórteres cinematográficos vêm sendo submetidos a tarefas que, segundo elas, não deveriam integrar sua função, como a condução de veículos, o que aumentaria os riscos, especialmente em rodovias perigosas e sob jornadas exaustivas.


Ainda de acordo com a nota, mesmo com as causas do acidente ainda sob investigação, o episódio acende alerta sobre a vulnerabilidade a que trabalhadores do jornalismo estão expostos em meio à redução de equipes e à imposição de múltiplas funções.


Fenaj e SJPMG cobram atuação do Ministério Público do Trabalho para apurar as condições oferecidas pelas empresas de comunicação e defendem medidas que garantam equipes completas e segurança no exercício da atividade jornalística.


Procurada pela Agência Brasil, a Band ainda não havia se manifestado sobre as críticas das entidades até a publicação da reportagem.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim Fonte: Agência Brasil | segunda-feira (23) de março de 2026


Receita Federal recebeu mais de 1 milhão de documentos até o fim da tarde; prazo de entrega segue até 29 de maio.


Foto: Rafa Neddermeyer
Foto: Rafa Neddermeyer

Pouco mais de 1 milhão de contribuintes acertaram as contas com o Leão no primeiro dia de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Até as 17h30 desta segunda-feira (23), 1.001.411 declarações haviam sido enviadas à Receita Federal.


Neste ano, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Segundo a Receita, 82,8% dos documentos entregues até agora terão direito à restituição. Outros 8,6% terão imposto a pagar, e 8,6% não têm imposto a pagar nem a receber.


De acordo com o balanço divulgado, a maior parte das declarações foi preenchida por meio do programa de computador, utilizado em 71,5% dos envios. Já o preenchimento on-line respondeu por 17,2% das declarações, enquanto 11,4% dos contribuintes utilizaram o aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para smartphones e tablets.


A Receita também informou que 51,5% dos contribuintes que já enviaram a declaração utilizaram a modalidade pré-preenchida, na qual o sistema disponibiliza uma versão inicial do documento com dados previamente registrados, cabendo ao contribuinte confirmar ou corrigir as informações.


A opção pelo desconto simplificado aparece em 57% das declarações entregues até o momento.


O prazo de entrega da declaração começou nesta segunda-feira (23) e segue até as 23h59min59s do dia 29 de maio. O programa gerador está disponível desde 19 de março.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74 ou de 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.


São obrigadas a declarar as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025, além daquelas que tiveram receita bruta da atividade rural superior a R$ 177.920. Já quem recebeu até dois salários mínimos mensais em 2025 está dispensado da entrega, salvo se se enquadrar em outro critério de obrigatoriedade.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | 8 de março de 2026


A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta taxação ou monitoramento das transações realizadas via Pix. Em nota divulgada nesta quarta-feira (14), o órgão afirmou que não existe cobrança de imposto sobre transferências feitas pelo sistema de pagamentos instantâneos.


Bruno Peres/Agência Brasil
Bruno Peres/Agência Brasil

Segundo a Receita, mensagens que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, assim como dinheiro em espécie, cartão ou transferência bancária, e não gera tributo automaticamente.


O órgão também esclareceu que a Constituição Federal proíbe a fiscalização de movimentações financeiras com o objetivo de criar ou cobrar impostos diretamente sobre essas transações.


Os boatos que circulam nas redes sociais costumam citar a Instrução Normativa nº 2.278, publicada em agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento das transações feitas pelos usuários.


De acordo com a Receita Federal, a interpretação é incorreta. A norma apenas estende às fintechs e instituições de pagamento as mesmas obrigações de transparência que já são aplicadas aos bancos tradicionais desde 2015, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.


O Fisco ressalta que as informações repassadas ao órgão não incluem dados detalhados das transações individuais, nem permitem identificar origem ou natureza dos gastos dos usuários.


Nas últimas horas, as mensagens voltaram a circular nas redes após a publicação de vídeos nas redes sociais que afirmam que o governo pretende monitorar o Pix.


Para a Receita Federal, esse tipo de conteúdo tem potencial de gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança da população em um dos principais meios de pagamento do país.


Golpes se aproveitam da desinformação


O órgão também alertou que a disseminação de notícias falsas sobre impostos e Pix pode facilitar a atuação de criminosos. Golpistas aproveitam o clima de desinformação para enviar mensagens falsas por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens solicitando pagamentos indevidos ou dados pessoais.


A recomendação da Receita Federal é que a população desconfie de mensagens alarmistas, evite compartilhar conteúdos sem fonte confiável e procure informações sempre em canais oficiais do governo ou em veículos de imprensa.


Qualquer mensagem que peça pagamento, atualização de cadastro ou envio de dados pessoais relacionados ao Pix ou a supostos impostos deve ser tratada como tentativa de golpe.


Mudanças no Imposto de Renda


No mesmo comunicado, a Receita Federal também esclareceu informações sobre o Imposto de Renda que vêm sendo distorcidas nas redes sociais.


Desde janeiro deste ano, quem recebe até R$ 5 mil por mês está totalmente isento do Imposto de Renda, enquanto rendas de até R$ 7.350 contam com desconto no valor devido.


O órgão reforça que essas mudanças não têm qualquer relação com o Pix, nem significam criação de impostos sobre transferências ou movimentações financeiras.


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