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Por Michael Andrade, da redação de O estopim | quinta-feira (14) de maio de 2026


Evento foi anunciado pela FIFA e pelos artistas envolvidos; apresentação será em 19 de julho de 2026, em Nova Jersey.


Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação

Pela primeira vez na história, a final da Copa do Mundo terá um show no intervalo nos moldes do Super Bowl, tradicional evento esportivo dos Estados Unidos conhecido por reunir grandes nomes da música mundial.


O anúncio foi feito nesta quinta-feira (14), pelas redes sociais da FIFA e dos artistas envolvidos. Madonna, Shakira e BTS estão entre as atrações confirmadas para a apresentação, marcada para o dia 19 de julho de 2026, no estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos.


O espetáculo terá curadoria de Chris Martin, vocalista do Coldplay. Ainda não foram divulgados detalhes sobre o formato da apresentação, como tempo de duração, repertório ou possíveis participações especiais.


A referência mais próxima é o show do intervalo do Super Bowl, que costuma durar, em média, cerca de 12 minutos e se tornou um dos momentos mais aguardados da televisão mundial.


Ao longo das últimas décadas, artistas como Michael Jackson, Beyoncé, Rihanna, Prince, Lady Gaga, Madonna, Shakira e Jennifer Lopez já se apresentaram no palco do Super Bowl.


Além do espetáculo musical, a iniciativa terá caráter social. Segundo a FIFA, o show apoiará o FIFA Global Citizen Education Fund, projeto que pretende arrecadar US$ 100 milhões para ampliar o acesso à educação de qualidade e ao futebol para crianças em todo o mundo.


Durante o torneio, US$ 1 de cada ingresso vendido para os jogos da Copa do Mundo de 2026 será destinado ao fundo.


A Copa do Mundo FIFA 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: G1 | sábado (9) de maio de 2026


Cruzeiro registra seis casos confirmados de hantavírus e três mortes durante viagem iniciada na Argentina.


'Não posso permitir a entrada': o futuro incerto do navio com surto de hantavírus — Foto: Reuters
'Não posso permitir a entrada': o futuro incerto do navio com surto de hantavírus — Foto: Reuters


O governo das Ilhas Canárias, na Espanha, anunciou neste sábado (9) que não autorizaria a ancoragem do cruzeiro MV Hondius, afetado por um surto de hantavírus. Horas depois, porém, o governo espanhol determinou que o desembarque fosse realizado.


A decisão gerou tensão entre o governo regional das Ilhas Canárias e as autoridades centrais da Espanha, em meio ao temor de riscos sanitários relacionados ao navio, que registra seis casos confirmados de hantavírus e três mortes.


Segundo o jornal espanhol “ABC”, o impasse começou por divergências sobre o tempo que o cruzeiro permaneceria ancorado no arquipélago.


O presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, afirmou que a região não recebeu garantias suficientes sobre os riscos sanitários da operação.


“Colaboração, sim. Solidariedade, também. Mas não a qualquer preço. Não sem relatórios, não com imposições do Estado e não colocando em perigo a segurança sanitária do povo das Ilhas Canárias”, escreveu nas redes sociais.


Clavijo também afirmou que não existia “conhecimento técnico” que garantisse risco zero para a população local.


Após a declaração do governo regional, o governo espanhol ordenou oficialmente que o cruzeiro fosse recebido nas Canárias.


O secretário de Saúde da Espanha, Javier Padilla, divulgou relatório de inspeção sanitária realizada a bordo apontando que não foram encontrados roedores no navio e que a possibilidade de um animal alcançar a costa canária seria “nula”.


O cruzeiro MV Hondius pertence à operadora holandesa Oceanwide Expeditions e partiu de Ushuaia, na Argentina, em 1º de abril.


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há seis casos confirmados de hantavírus entre oito suspeitos registrados na embarcação. Três pessoas morreram: um casal holandês e uma mulher alemã.


O hantavírus é transmitido principalmente pelo contato com urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. A infecção ocorre geralmente pela inalação de partículas contaminadas no ar.


A doença pode provocar síndrome respiratória grave e não possui vacina ou tratamento específico.


O caso mobilizou autoridades internacionais e reacendeu temores semelhantes aos da pandemia de Covid-19.


Neste sábado (9), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, chegou à ilha de Tenerife para acompanhar a operação de desembarque.


Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS — Foto: Reprodução/TV Globo
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS — Foto: Reprodução/TV Globo

Antes da viagem, Tedros publicou uma carta aberta aos moradores das Ilhas Canárias tentando reduzir a preocupação da população.


“Preciso que me escutem com clareza: isto não é outra covid. O risco atual para a saúde pública derivado do hantavírus continua sendo baixo”, afirmou.


Ele reconheceu, porém, a gravidade da cepa registrada no cruzeiro e lamentou as mortes ocorridas durante a viagem.


Segundo a OMS, todas as pessoas a bordo foram classificadas como “contatos de alto risco”.


O caso provocou preocupação entre moradores do arquipélago, especialmente pela lembrança da pandemia de Covid-19 e pelo temor de uma nova crise sanitária internacional.


As Ilhas Canárias possuem autonomia administrativa, mas seguem subordinadas ao governo espanhol em áreas como política externa e controle sanitário.


Ainda não há confirmação oficial sobre como será realizado o desembarque dos passageiros nem sobre o tempo de permanência do navio no arquipélago.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: G1 | 8 de março de 2026


Bombardeios realizados por Israel atingiram depósitos de combustível na capital iraniana, Teerã, na madrugada deste domingo (8), provocando grandes incêndios, deixando ao menos quatro mortos e causando uma forte deterioração da qualidade do ar na cidade. A informação foi divulgada por autoridades locais e por agências internacionais.


Fotógrafos registram espessa fumaça após um ataque de Israel a depósito em Teerã, capital do Irã, no dia 8 de março de 2026 Foto: Majid Asgaripour/Wana/Reuters
Fotógrafos registram espessa fumaça após um ataque de Israel a depósito em Teerã, capital do Irã, no dia 8 de março de 2026 Foto: Majid Asgaripour/Wana/Reuters

Após os ataques, autoridades iranianas orientaram a população a permanecer em casa e evitar atividades ao ar livre, diante do risco de exposição a poluentes tóxicos liberados pelos incêndios. A recomendação foi divulgada pela Agência de Notícias da República Islâmica (IRNA).


Segundo órgãos ambientais do Irã, as explosões atingiram tanques de armazenamento de combustível, liberando substâncias químicas perigosas na atmosfera. Esses poluentes podem se combinar com a água das nuvens e provocar chuva ácida, fenômeno que pode causar irritações na pele, problemas respiratórios e danos ambientais.


A chuva ácida ocorre quando grandes quantidades de poluentes ficam suspensas no ar e acabam se misturando às nuvens carregadas de chuva. Essa reação química altera o nível de acidez da água, tornando-a potencialmente nociva para pessoas, plantas e estruturas urbanas.


De acordo com informações da agência France Presse, ao menos quatro depósitos de petróleo e um centro logístico foram atingidos durante os ataques. Parte da rede de abastecimento da capital foi danificada, o que levou à interrupção temporária da distribuição de combustível em algumas áreas.


As ofensivas também atingiram instalações de armazenamento na cidade de Karaj, localizada a oeste de Teerã.


Desde a noite de sábado, grandes colunas de fumaça foram registradas em diferentes regiões da capital iraniana. Em alguns pontos da cidade, a densidade da fumaça foi tão intensa que moradores relataram que o céu ficou escuro mesmo durante a manhã, fenômeno descrito por autoridades meteorológicas como resultado da mistura entre poluição e cobertura de nuvens.


Segundo a Organização Meteorológica do Irã, a falta de ventos no momento contribuiu para manter os poluentes concentrados sobre a cidade. A previsão é de que rajadas de vento na segunda-feira (9) possam ajudar a dispersar parte da fumaça.


Com cerca de 10 milhões de habitantes, Teerã enfrenta agora problemas simultâneos de poluição do ar e escassez de combustível após os bombardeios.


Dados do Índice de Qualidade do Ar (AQI) da empresa suíça IQAir indicam que a capital iraniana já figura entre as cidades mais poluídas do mundo, ocupando atualmente a 7ª posição no ranking global de poluição atmosférica.


Nas redes sociais, moradores relataram dificuldades para respirar e a sensação de que o dia havia se transformado em noite devido à densa nuvem de fumaça.



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