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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | quarta-feira (18) de fevereiro de 2026


Pré-inscrição deve ser feita na Plataforma Freire, da Capes; programa prevê até 12 mil bolsas nesta edição.

 

Foto: Fernando Frazão
Foto: Fernando Frazão

Começou na terça-feira (17) o período de cadastramento de currículo e pré-inscrição de interessados em participar do Pé-de-Meia Licenciaturas 2026. O procedimento deve ser realizado exclusivamente pela Plataforma Freire, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).


Nesta edição, o programa prevê a concessão de até 12 mil bolsas, conforme critérios adicionais de ocupação de vagas definidos em edital.


O benefício é de R$ 1.050 por mês. Desse total, R$ 700 podem ser sacados imediatamente. Os outros R$ 350 vão para uma poupança, com saque condicionado ao ingresso do bolsista como professor em uma rede pública de ensino em até cinco anos após o término da licenciatura.


O Ministério da Educação (MEC) disponibiliza um tutorial com orientações para a etapa de cadastramento e pré-inscrição.

Quem pode participar


São elegíveis candidatos com nota igual ou superior a 650 no Enem e que tenham sido aprovados em cursos presenciais de licenciatura por meio do Sisu, Prouni ou Fies.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | domingo (15) de fevereiro de 2026


Foto: Lúcio Bernardo Jr
Foto: Lúcio Bernardo Jr

Decisão do Conselho Diretor permite que operadoras convertam R$ 29 milhões em obrigações de conectividade para unidades com dificuldade de acesso à rede em 39 instituições, distribuídas por 72 municípios.


Pelo menos 118 unidades de universidades públicas e institutos federais que enfrentam dificuldades de conectividade à internet poderão ser beneficiadas por uma decisão do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A medida autoriza, de forma inédita, que empresas de telecomunicações substituam o pagamento de multas por ações para ampliar o acesso à rede nessas unidades.


Pela decisão, prestadoras que somam R$ 29 milhões em multas poderão converter o valor devido em obrigação de garantir conectividade para unidades de aprendizagem vinculadas a 39 instituições de ensino superior, localizadas em 72 municípios. As empresas citadas são Telefônica, Claro, Tim e Sky.


Em entrevista à Agência Brasil, o conselheiro Octavio Pieranti explicou que a determinação prevê a conexão dessas unidades à internet por meio da rede da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), organização social que oferece estrutura de internet para instituições acadêmicas.


Segundo Pieranti, se as empresas não quiserem cumprir a obrigação, elas podem solicitar a conversão do compromisso em multa, abrindo mão de um desconto previsto de 5%. O conselheiro também destacou que há áreas isoladas dentro de campi universitários que ainda não têm acesso à rede.


A Anatel informou que a lista com as 118 unidades pode ser consultada no site da agência. Pieranti acrescentou ainda que, além das unidades mapeadas, há menções a outras 226 que também podem precisar de conectividade.


Sobre a escolha das unidades, o conselheiro afirmou que não há prioridade regional. O critério é de diversidade: a prestadora que aderir poderá selecionar unidades a partir da lista, mas as escolhas devem contemplar macrorregiões diferentes de forma sequencial.


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