Golpe da maquininha e falso QR Code: veja dicas para evitar prejuízos no carnaval
- Michael Andrade

- há 23 horas
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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | sexta-feira (13) de fevereiro de 2026
Fundador do Reclame Aqui alerta para fraudes com cartão e PIX em blocos e reforça cuidados com compras de ingressos e abadás pela internet.

Prejuízos durante o carnaval podem ser reduzidos com medidas básicas de prevenção, principalmente em locais de grande circulação de pessoas e consumo rápido, como blocos e festas. O alerta é de Felipe Paniago, um dos fundadores da plataforma Reclame Aqui, que chama atenção para golpes com maquininhas, cartões e falsos QR Codes de PIX.
Segundo Paniago, o cuidado começa no uso do cartão em ambientes lotados, especialmente ao realizar pagamentos em maquininhas em locais considerados inseguros. Ele recomenda guardar bem dinheiro em espécie, redobrar a atenção ao manusear o celular e evitar expor objetos de valor durante a folia.
O fundador da plataforma aponta que o chamado “golpe da maquininha” é recorrente em períodos de maior movimentação. Entre as práticas mais comuns, ele cita troca de cartões, roubo de dados por meio de maquininhas adulteradas, cobrança duplicada com alegação falsa de erro na transação e alteração do valor digitado antes da confirmação do pagamento.
Além dos riscos com cartão, Paniago destaca golpes envolvendo o PIX, especialmente por meio de QR Codes falsos. Para reduzir as chances de fraude, ele orienta que o folião ative senha, biometria ou reconhecimento facial para cada transação, confira o valor exibido antes de confirmar o pagamento e evite maquininhas fora do padrão habitual. Também recomenda configurar limite baixo para PIX por aproximação e reforçar a segurança do celular, com bloqueio de tela e proteção adicional para aplicativos bancários.
Outro ponto de atenção, segundo ele, envolve a venda de ingressos falsos e de abadás inexistentes, com promessas de acesso a camarotes e festas privadas. As fraudes, de acordo com o alerta, ocorrem principalmente por redes sociais, sites falsos e mensagens por aplicativos, geralmente com ofertas abaixo do preço de mercado e apelos de urgência.
A orientação é comprar entradas apenas em plataformas oficiais ou canais reconhecidos e desconfiar de pedidos de pagamento exclusivamente via PIX ou transferências sem garantia.
Um exemplo citado é o caso da jornalista Alice Gomes, de 42 anos, que afirma ter caído em um golpe após receber pelo Instagram uma oferta de venda de camarote no Sambódromo do Rio de Janeiro, no carnaval do ano passado. Ela relata que pagou R$ 3 mil e, depois disso, o perfil foi excluído e ela foi bloqueada. Para este ano, diz que vai comprar somente em sites oficiais.
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