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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | quarta-feira (18) de fevereiro de 2026


Escola de Niterói venceu a apuração do Grupo Especial com o enredo “Para cima, Ciça!”, homenagem a Moacyr da Silva Pinto, o Mestre Ciça.


Juliana Paes e o Mestre Ciça: Print reprodução
Juliana Paes e o Mestre Ciça: Print reprodução

A Unidos do Viradouro é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2026. O resultado foi anunciado nesta quarta-feira (18), após a apuração do Grupo Especial, realizada na Cidade do Samba, na região central do Rio.


A escola venceu com o enredo “Para cima, Ciça!”, que homenageou Moacyr da Silva Pinto, o Mestre Ciça, figura histórica do carnaval carioca e comandante de bateria. A apresentação também teve como destaque Juliana Paes, que desfilou como rainha de bateria da agremiação.


Quem é Mestre Ciça


Moacyr da Silva Pinto, conhecido como Mestre Ciça, é um dos nomes mais tradicionais do comando de bateria no Rio. Segundo a Agência Brasil, ele já esteve à frente de baterias como Estácio de Sá (onde iniciou em 1988), Unidos da Tijuca, Grande Rio e União da Ilha, além de ter trajetória marcante na própria Viradouro, com títulos em diferentes anos.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil | sexta-feira (13) de fevereiro de 2026


Fundador do Reclame Aqui alerta para fraudes com cartão e PIX em blocos e reforça cuidados com compras de ingressos e abadás pela internet.


Foto: Fernando Frazão
Foto: Fernando Frazão

Prejuízos durante o carnaval podem ser reduzidos com medidas básicas de prevenção, principalmente em locais de grande circulação de pessoas e consumo rápido, como blocos e festas. O alerta é de Felipe Paniago, um dos fundadores da plataforma Reclame Aqui, que chama atenção para golpes com maquininhas, cartões e falsos QR Codes de PIX.


Segundo Paniago, o cuidado começa no uso do cartão em ambientes lotados, especialmente ao realizar pagamentos em maquininhas em locais considerados inseguros. Ele recomenda guardar bem dinheiro em espécie, redobrar a atenção ao manusear o celular e evitar expor objetos de valor durante a folia.


O fundador da plataforma aponta que o chamado “golpe da maquininha” é recorrente em períodos de maior movimentação. Entre as práticas mais comuns, ele cita troca de cartões, roubo de dados por meio de maquininhas adulteradas, cobrança duplicada com alegação falsa de erro na transação e alteração do valor digitado antes da confirmação do pagamento.


Além dos riscos com cartão, Paniago destaca golpes envolvendo o PIX, especialmente por meio de QR Codes falsos. Para reduzir as chances de fraude, ele orienta que o folião ative senha, biometria ou reconhecimento facial para cada transação, confira o valor exibido antes de confirmar o pagamento e evite maquininhas fora do padrão habitual. Também recomenda configurar limite baixo para PIX por aproximação e reforçar a segurança do celular, com bloqueio de tela e proteção adicional para aplicativos bancários.


Outro ponto de atenção, segundo ele, envolve a venda de ingressos falsos e de abadás inexistentes, com promessas de acesso a camarotes e festas privadas. As fraudes, de acordo com o alerta, ocorrem principalmente por redes sociais, sites falsos e mensagens por aplicativos, geralmente com ofertas abaixo do preço de mercado e apelos de urgência.


A orientação é comprar entradas apenas em plataformas oficiais ou canais reconhecidos e desconfiar de pedidos de pagamento exclusivamente via PIX ou transferências sem garantia.


Um exemplo citado é o caso da jornalista Alice Gomes, de 42 anos, que afirma ter caído em um golpe após receber pelo Instagram uma oferta de venda de camarote no Sambódromo do Rio de Janeiro, no carnaval do ano passado. Ela relata que pagou R$ 3 mil e, depois disso, o perfil foi excluído e ela foi bloqueada. Para este ano, diz que vai comprar somente em sites oficiais.


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Por Michael Andrade, da redação de O Estopim - Fonte: G1 | 11 de fevereiro de 2026


Com o objetivo de garantir mais segurança para os foliões durante o carnaval de 2026, a Secretaria de Defesa Social (SDS) de Pernambuco anunciou um robusto esquema de segurança para o período. A novidade é a criação da "Operação Dispersão", que atuará especificamente após o encerramento das festas, no momento em que muitos foliões ainda permanecem nas ruas.


Foto: Divulgação SDSPE
Foto: Divulgação SDSPE

Aumento no efetivo e novas tecnologias para monitoramento


Para o carnaval deste ano, um total de 3 mil profissionais das forças de segurança serão mobilizados para a festa, com a introdução da inédita escala eletrônica na Polícia Militar, que visa otimizar a gestão do efetivo e o georreferenciamento das ações. O uso de câmeras corporais e drones com reconhecimento facial serão também ferramentas essenciais para garantir a segurança da população.


Além disso, todas as delegacias do estado funcionarão 24 horas durante o período carnavalesco, com 68.254 postos de trabalho extras para cobrir mais de 4.200 eventos em todo o estado. O objetivo é garantir a tranquilidade e segurança de quem vai aproveitar as festas, não só na Região Metropolitana do Recife, mas também no interior de Pernambuco, onde cidades como Bezerros, Pesqueira, e Vitória de Santo Antão têm grande tradição carnavalesca.


Tecnologia como aliada da segurança


Além das tradicionais ações de segurança, o uso intensivo de tecnologia promete ser um grande aliado. Ao todo, serão instaladas 449 câmeras de monitoramento, com foco no Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, polos principais de festa. A conectividade também será garantida por meio de caminhões com videomonitoramento móvel e internet via satélite, além de drones que reforçarão o monitoramento aéreo.


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