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Relógio do Fim do Mundo avança e fica a 85 segundos da meia-noite, o mais perto já registrado

Por Michael Andrade, da redação de O estopim | 28 de janeiro de 2026



Atualização do Doomsday Clock foi anunciada em 27 de janeiro; cientistas apontam risco nuclear, crise climática e impactos da IA e da desinformação


Imagem: reprodução
Imagem: reprodução

O Relógio do Fim do Mundo — indicador simbólico criado para representar o nível de ameaça à humanidade — foi ajustado para 85 segundos da meia-noite, a marca mais próxima já registrada. A atualização foi anunciada em 27 de janeiro de 2026 pelo Bulletin of the Atomic Scientists, organização responsável pelo relógio desde 1947.


O que é o Relógio do Fim do Mundo


O Doomsday Clock não mede tempo real: ele funciona como um alerta público, em que a meia-noite simboliza uma catástrofe global. Em 2026, o relógio passou a indicar 23h58min35s, ou seja, 85 segundos antes da meia-noite.


Por que o ponteiro avançou


No comunicado e em entrevistas, os responsáveis apontaram um conjunto de fatores: risco de escalada nuclear, erosão de mecanismos de controle de armas, conflitos internacionais, agravamento da crise climática e o avanço da inteligência artificial, com preocupação especial para o uso militar e para a amplificação de desinformação.


O que os cientistas recomendam


Entre os caminhos citados para reduzir o risco global estão: retomar negociações entre potências, diminuir arsenais nucleares, fortalecer respostas ao clima e estabelecer diretrizes internacionais para o desenvolvimento e uso de IA.


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