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Notícias

Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Agência Brasil


Pesquisadores e entidades destacam papel da agência pública na democratização da informação e fortalecimento do jornalismo regional.



Em meio às transformações tecnológicas que revolucionaram a comunicação nas últimas décadas, a Agência Brasil completa 36 anos consolidada como uma das principais referências do jornalismo público brasileiro.


Criada em 1990, a agência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) passou de um antigo modelo de divulgação institucional do governo para um veículo público voltado à produção jornalística gratuita e de interesse público.


Atualmente, conteúdos produzidos pela Agência Brasil são reproduzidos diariamente por veículos de comunicação de todas as regiões do país, especialmente jornais regionais, rádios, sites e pequenas redações que utilizam gratuitamente o material disponibilizado pela agência.


Pesquisadores da área de comunicação afirmam que o papel da Agência Brasil se tornou ainda mais relevante diante do crescimento da desinformação e da concentração dos meios de comunicação em grandes plataformas digitais.


O professor de jornalismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), Pedro Aguiar, destacou que a gratuidade da distribuição do conteúdo contribui para democratizar o acesso à informação.


Brasília (DF), 09/05/2025 - Pedro Aguiar considera importante o Estado brasileiro manter investimento na Agência Brasil. Foto: Pedro Aguiar/Arquivo pessoal - Pedro Aguiar/Arquivo pessoal
Brasília (DF), 09/05/2025 - Pedro Aguiar considera importante o Estado brasileiro manter investimento na Agência Brasil. Foto: Pedro Aguiar/Arquivo pessoal - Pedro Aguiar/Arquivo pessoal

“A gratuidade da distribuição da Agência Brasil democratiza o acesso a essa informação de necessidade e de demanda social”, afirmou.

Segundo o pesquisador, a agência pública também exerce função estratégica ao divulgar informações de utilidade pública, como campanhas de vacinação, programas sociais, educação, economia e direitos da população.


Dados apresentados pela EBC apontam crescimento de 40% no percentual de acesso à Agência Brasil nos últimos dois anos, ampliando a capilaridade do veículo no território nacional.


Pedro Aguiar também avalia que o fortalecimento de agências públicas representa um investimento estratégico para o país.


“Qualquer agência de notícias é um investimento estratégico que um país pode fazer”, afirmou.

O pesquisador ainda defendeu ampliação da presença de correspondentes nacionais e internacionais para fortalecer a cobertura jornalística brasileira em temas globais, como guerras e crises internacionais.


Já o professor Fernando Oliveira Paulino, da Universidade de Brasília (UnB), afirmou que um país que busca soberania e uma população bem informada precisa manter uma agência pública fortalecida.


“É essencial que o trabalho desenvolvido pela agência seja reconhecido e tenha as condições necessárias”, destacou.


Brasília - DF - 10/05/2026 - Parte da equipe da Agência Brasil na redação de Brasília comemorando os 36 anos da Agência. Foto: Rafael Neddermeyer/Agência Brasil - Rafael Neddermeyer/Agência Brasil
Brasília - DF - 10/05/2026 - Parte da equipe da Agência Brasil na redação de Brasília comemorando os 36 anos da Agência. Foto: Rafael Neddermeyer/Agência Brasil - Rafael Neddermeyer/Agência Brasil

Entidades ligadas ao jornalismo também defenderam a importância da Agência Brasil.


O diretor de jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Moacyr de Oliveira Filho, afirmou que o veículo desempenha papel estratégico no fortalecimento do jornalismo regional e no combate à desinformação.


“Leva informação confiável para todas as regiões, fortalece o jornalismo regional e contribui para o combate à desinformação”, declarou.

A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, destacou que uma agência pública forte amplia a pluralidade de vozes e fortalece o acesso à informação de interesse coletivo.


“Em um cenário marcado pela desinformação e pela concentração dos grandes meios de comunicação, uma agência pública forte garante acesso a informações de interesse público e compromisso com a sociedade brasileira”, afirmou.

A Agência Brasil integra a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e mantém produção jornalística voltada para temas nacionais, economia, política, direitos humanos, cultura, saúde e cidadania.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: G1 | sábado (9) de maio de 2026


Cruzeiro registra seis casos confirmados de hantavírus e três mortes durante viagem iniciada na Argentina.


'Não posso permitir a entrada': o futuro incerto do navio com surto de hantavírus — Foto: Reuters
'Não posso permitir a entrada': o futuro incerto do navio com surto de hantavírus — Foto: Reuters


O governo das Ilhas Canárias, na Espanha, anunciou neste sábado (9) que não autorizaria a ancoragem do cruzeiro MV Hondius, afetado por um surto de hantavírus. Horas depois, porém, o governo espanhol determinou que o desembarque fosse realizado.


A decisão gerou tensão entre o governo regional das Ilhas Canárias e as autoridades centrais da Espanha, em meio ao temor de riscos sanitários relacionados ao navio, que registra seis casos confirmados de hantavírus e três mortes.


Segundo o jornal espanhol “ABC”, o impasse começou por divergências sobre o tempo que o cruzeiro permaneceria ancorado no arquipélago.


O presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, afirmou que a região não recebeu garantias suficientes sobre os riscos sanitários da operação.


“Colaboração, sim. Solidariedade, também. Mas não a qualquer preço. Não sem relatórios, não com imposições do Estado e não colocando em perigo a segurança sanitária do povo das Ilhas Canárias”, escreveu nas redes sociais.


Clavijo também afirmou que não existia “conhecimento técnico” que garantisse risco zero para a população local.


Após a declaração do governo regional, o governo espanhol ordenou oficialmente que o cruzeiro fosse recebido nas Canárias.


O secretário de Saúde da Espanha, Javier Padilla, divulgou relatório de inspeção sanitária realizada a bordo apontando que não foram encontrados roedores no navio e que a possibilidade de um animal alcançar a costa canária seria “nula”.


O cruzeiro MV Hondius pertence à operadora holandesa Oceanwide Expeditions e partiu de Ushuaia, na Argentina, em 1º de abril.


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há seis casos confirmados de hantavírus entre oito suspeitos registrados na embarcação. Três pessoas morreram: um casal holandês e uma mulher alemã.


O hantavírus é transmitido principalmente pelo contato com urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. A infecção ocorre geralmente pela inalação de partículas contaminadas no ar.


A doença pode provocar síndrome respiratória grave e não possui vacina ou tratamento específico.


O caso mobilizou autoridades internacionais e reacendeu temores semelhantes aos da pandemia de Covid-19.


Neste sábado (9), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, chegou à ilha de Tenerife para acompanhar a operação de desembarque.


Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS — Foto: Reprodução/TV Globo
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS — Foto: Reprodução/TV Globo

Antes da viagem, Tedros publicou uma carta aberta aos moradores das Ilhas Canárias tentando reduzir a preocupação da população.


“Preciso que me escutem com clareza: isto não é outra covid. O risco atual para a saúde pública derivado do hantavírus continua sendo baixo”, afirmou.


Ele reconheceu, porém, a gravidade da cepa registrada no cruzeiro e lamentou as mortes ocorridas durante a viagem.


Segundo a OMS, todas as pessoas a bordo foram classificadas como “contatos de alto risco”.


O caso provocou preocupação entre moradores do arquipélago, especialmente pela lembrança da pandemia de Covid-19 e pelo temor de uma nova crise sanitária internacional.


As Ilhas Canárias possuem autonomia administrativa, mas seguem subordinadas ao governo espanhol em áreas como política externa e controle sanitário.


Ainda não há confirmação oficial sobre como será realizado o desembarque dos passageiros nem sobre o tempo de permanência do navio no arquipélago.


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Por Michael Andrade, da redação de O estopim - Fonte: Ascom PMA | quarta-feira (6) de maio de 2026


Evento religioso está previsto para maio de 2027 e deve reunir lideranças e fiéis de diversas regiões do estado.


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Arcoverde foi confirmada, nesta quarta-feira (6), como sede da 127ª Assembleia da Convenção Batista de Pernambuco. O evento está previsto para acontecer em maio de 2027.


O anúncio ocorreu após reunião no gabinete do prefeito Zeca Cavalcanti, com a presença do presidente da Convenção Batista de Pernambuco, pastor Paulo Eudes, acompanhado de representantes da entidade.


Durante o encontro, foi entregue o convite da 126ª edição e formalizada a escolha de Arcoverde como sede da próxima assembleia.


A Assembleia da Convenção Batista de Pernambuco reúne anualmente lideranças religiosas e fiéis de diferentes regiões do estado.


Segundo as informações divulgadas, a realização do evento em Arcoverde deve movimentar setores como comércio, serviços, hospedagem e alimentação, devido ao fluxo de participantes esperado para o encontro.


A programação completa da 127ª Assembleia deverá ser divulgada posteriormente pela organização.


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