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URGENTE: 'Perseguição criminosa!' Assista ao desabafo de João Campos que está abalando Pernambuco.

Reportagem revelou instalação ilegal de rastreadores em carros da Prefeitura do Recife e grupo clandestino de delegados criado para atingir opositores políticos.


Por Clara Mendes da Redação de O estopim | 27 de janeiro de 2026


João Capos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) - Foto: Reprodução.
João Capos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) - Foto: Reprodução.

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), classificou como "criminosa" e "imoral" a atuação da Polícia Civil de Pernambuco sob o comando da governadora Raquel Lyra (PSDB). Em vídeo publicado nas redes sociais, o gestor reagiu às denúncias veiculadas pela TV Record, que expuseram a existência de um esquema ilegal de monitoramento e investigação direcionada contra a gestão municipal, incluindo o uso de rastreadores em veículos oficiais sem autorização judicial.


"O que a TV Record revelou é muito grave: o uso político da Polícia Civil de Pernambuco", disparou Campos.

Segundo a denúncia, um grupo informal de WhatsApp, composto por três delegados e sete agentes, teria sido criado à margem das formalidades legais para orquestrar ações contra o prefeito. Entre as irregularidades apontadas, estariam o desarquivamento de inquéritos antigos apenas para gerar fatos políticos em períodos eleitorais e a instalação de dispositivos de rastreamento no carro da Prefeitura.


Nossa gestão não tolera corrupção, mas também não vai tolerar perseguição política. - Afirmou João Campos em vídeo publicado no YouTube | Fonte: Perfil de João Campos no YouTube

No vídeo, João Campos, visivelmente indignado, questionou a cadeia de comando por trás da operação.


"Quem é que está dando essas ordens? É interesse de quem? Rastreador sendo colocado no carro oficial da prefeitura sem ordem judicial, isso é criminoso", afirmou.

O prefeito relembrou o episódio de 2024, quando uma investigação sobre creches — já arquivada por falta de provas — foi reaberta durante a campanha de reeleição e novamente arquivada após o pleito.


"Na polícia e na política não vale tudo, não tem regra? Tem lei e tem que ser cumprida", completou.

O gestor da capital pernambucana garantiu que acionará a Justiça contra o que chamou de "arroubo autoritário". A denúncia lança uma sombra sobre a isenção da Secretaria de Defesa Social (SDS), pasta historicamente sensível e que, para o cidadão do interior, muitas vezes representa a única fronteira entre a barbárie e a ordem.


A tensão entre o PSB de João Campos e o Governo de Raquel Lyra escalou desde a eleição de 2024, mas atinge agora um nível institucional preocupante. Para quem vive no Sertão e Agreste, onde a política local é acirrada e muitas vezes violenta, a notícia de que a estrutura de segurança pública do Estado pode estar sendo aparelhada para fins partidários acende um alerta vermelho. Se a capital vive sob vigilância clandestina, o que esperar da segurança jurídica nas cidades menores, longe dos holofotes da grande imprensa?



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